Ser missionário evangélico é mais do que fazer viagens ou participar de eventos. É viver com o coração totalmente comprometido com a obra missionária, entendendo que há um chamado de Deus para levar o Evangelho a todos os povos, línguas e nações.
Quando falamos em missões mundiais, pensamos em lugares distantes, línguas desconhecidas e povos que nunca ouviram falar de Jesus. Mas ser missionário começa com uma cosmovisão cristã — ou seja, enxergar o mundo como Deus vê. O missionário entende que todas as pessoas, em qualquer cultura, precisam da salvação em Cristo.

No campo transcultural, a realidade é diferente. Tudo muda: a comida, o jeito de falar, o tempo, o valor das coisas e até o modo de pensar. Entrar em outra cultura exige humildade, paciência e muita dependência do Espírito Santo. As missões transculturais nos tiram do conforto e nos ensinam a amar de forma prática, mesmo quando não entendemos tudo ao nosso redor.
Mas não pense que missões é só para fora do país. As missões nacionais também são essenciais. O nosso Brasil é um campo vasto e carente do Evangelho. De norte a sul, há cidades, vilas e comunidades inteiras que nunca receberam um missionário sequer.
Ser missionário é viver por fé. Não temos todas as respostas, nem sempre temos recursos, mas temos um Deus fiel que sustenta cada passo. A obra missionária não é construída por talentos humanos, mas por corações dispostos.
Eu sou testemunha viva de que Deus chama, envia e sustenta. Já vi vidas sendo transformadas na Bolívia, no sertão do Brasil e em bairros esquecidos das grandes cidades. Ser missionário é viver para que outros conheçam o Salvador.
E você? Já pensou em ser parte disso? Ore, contribua, vá. A seara é grande, e os trabalhadores ainda são poucos.
Por: Peniel N Dourado
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