Não são poucas as vezes que a mensagem que recebemos é para sair das quatro paredes, para que deixamos os lugares confortáveis, para que saiamos de entre em nosso queridos, mas nesses últimos dias a ordem é justamente oposta; devemos entrar em nossa casa e fechar nossas portas.
O profeta Eliseu ouviu o clamor de uma mulher que estava com muitas dívidas e uma ordem a ela foi dada: “Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas” (2 Reis 4:4) Aquela mulher fez conforme as palavras do profeta e obteve vitória. Não foi para sair, para ir, mas para entrar e fechar a porta.
Você receber uma orientação do Senhor é começar dar seus passos para viver tais orientações é uma coisa e outra bem diferente quando envolve nossa família. Esta mulher precisava de uma saída e a saída dependia de sua capacidade de envolvimento, liderança para com seus próprios filhos.
Em 1 Timóteo 3:4 nos diz: “Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia“. Esta é uma das exigências para quem deseja o Episcopado. Ter filhos em sujeição não é uma atitude que se toma um dia para obter resultados no outro, pois requer a capacidade dos país na autoridade do Senhor de fechar suas portas na hora certa para que durante a caminhada obtenha o devido resultado.
Sejamos sinceros conosco que nem sempre as coisas andam como queremos. Creio ser importante observamos nossa própria tenta para empregar maior esforço em concertar caminhos errados hoje e nos alegrarmos com bons resultados amanhã. A bíblias diz de Efraim que “depois coabitou com sua mulher, e ela concebeu, e teve um filho; e chamou-o Berias; porque ia mal na sua casa.” (1 Crônicas 7:23) É duro reconhecer tal situação, mas o pior é acreditar que tudo está bem e viver longe da realidade e colher mais frutos amanhã.
FIQUE EM SUA CASA tem sido o Slogan desses últimos dias. Creio que o Senhor deseja que venhamos reflexionar um pouco mais juntamente com os nossos filhos, esposos e esposas, todos aqueles que para nós são os mais precisos. A retomada da leitura bíblica matinal, o culto doméstico à noite, as conversas em família no final de tarde, comentar em família situações de um bom livro e muitas outras atitudes saudáveis que foram perdidas por nossas portas estarem tão abertas.
O pai orando no quarto, a mãe lendo a bíblia no final do corredor são imagens indeletáveis no mente dos filhos que crescem. Deus deseja resgatar tais momentos no lar, pois o amor pela Palavra e pela oração não cresce no coração de uma criança a partir das reuniões no templo, mas de dentro de sua própria casa.
Quero terminar dizendo que Deus não apenas deseja ver nossos filhos sob sujeição dentro de nossas casas, mas que nós sejamos como país fontes de benção, inspiração nEle para que nossos filhos sejam instrumentos de Deus para sua glória.
Podemos ler em Atos 21:8,9 sobre um homem chamado Filipe. Ele era um dos sete e tinha quatro filhas abençoadas. A Palavra de Deus diz: “E no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesareia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele.
E tinha este quatro filhas virgens, que profetizavam.”
As moças não apenas estavam sob sujeição, mas o Espírito de Deus as usavam de forma poderosa em profecia. Eu fico me perguntando como seria o ambiente desta casa? Quais eram os reais valores destacados? Quais eram os alvos diárias?
Nossos filhos estão escutando as vozes não ditas dentro de nossa casa, mas que refletem o verdadeiro valor que há em nosso coração.
Pastor Peniel N Dourado
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