A vida de um missionário é uma experiência transformadora e desafiadora, marcada pela adaptação a novas culturas, idiomas e realidades. Vivemos pelo primeira vez esta experiência em 1995 quando chegamos no Paraguai e a segunda vez, para mim de forma muito marcante, em julho de 2005 quando eu e minha esposa Mina chegamos na região de fronteira do Brasil com Bolívia.
Algo interessante a observar é que quando missionário chega no campo de mssões cultural ele enfrenta o desafio de viver entre pessoas que possuem valores, crenças e práticas diferentes das que ele custuma encontrar no seu dia a dia. Isso é um verdadeiro choque ao missionário passando de novidade, sentimento de viver uma aventura a um processo de superação de obstáculos depois de três meses. Eu costumo dizer que a lua de mel do missionário no campo de missões dura geralmente três meses.
Esse processo exige muito mais do que apenas aprender uma nova língua ou se adaptar ao clima; envolve uma mudança profunda na maneira de enxergar o mundo, o novo lugar em que pisa e se relacionar com as pessoas compreendo que o seu maior objetivo é criar conexão e conduzir o nativo ao conhecimento de Cristo.

FOTO: Na feira 16 de Julio na cidade do El Alto, Bolívia (2015)
Já tenho escrito em outros posts em que abordo o mesmo assunto que o trabalho do missionário no campo transcultural não se limita à pregação do evangelho, mas também ao estabelecimento de relacionamentos profundos e duradouros com as comunidades locais. Chegar em uma nova cultura, gerar conexão e falar de Cristo ao povo leva muito tempo e esta é uma experiência totalmente diferente de se fazer uma viagem de um mês ao campo transcultural
O campo transcultural o missionário deve ser sensível às necessidades espirituais, emocionais e culturais das pessoas, respeitando suas tradições, mas sempre com o objetivo de levar a mensagem de Cristo de maneira contextualizada. (animo você a pesquiser um pouco mais sobre a contextualização do evangelho no campo de missões transculturais)
Além disso, o missionário enfrenta os desafios do choque cultural, como a solidão, a saudade de casa, da igreja, dos amigos e a dificuldade de se ajustar a um novo ritmo de vida. No entanto, ele também experimenta momentos de grande recompensa, ao ver a transformação nas vidas das pessoas e o impacto do evangelho nos lugares onde atua.
Fazer missões é uma jornada de fé, perseverança e dedicação. Minha oração é que o Senhor Jesus levante uma geração que ama missões e que se entreguem ao serviço do Mestre
Logo abaixo eu coloquei um vídeo bem curto onde eu falo um pouco sobre a vida do missionário no campo transcultural. Se você ainda não é inscrito no canal faça sua inscrição agora mesmo.
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Peniel N Dourado
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