Sabe por que muitos projetos morrem cedo? Pela barreira da centralização. Começar com o que você tem é louvável, mas querer fazer tudo sozinho é limitar o Reino. Quando o trabalho cresce, os custos sobem e a demanda aperta. Se o missionário não tiver parceiros, ele esgota e para.
Para um projeto ser saudável, ele precisa de duas “pernas”: o desenvolvimento do trabalho (o campo) e a manutenção (o suporte). Se você espera que um empresário rico caia do céu ou que seu pastor resolva tudo, você já colocou um limite na sua missão. O segredo do Rogério foi abrir o jogo com a igreja, mostrar o que já estava sendo feito no pouco e convidar outros para somarem forças.
Assista o vídeo que coloquei acima onde o irmão Rogério conta sua experiência e como o trabalho de apoio aos evangelistas tem sido desenvolvido
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