Constantemente falamos da necessidade de se analisar o campo missionário antes de chegar e começar e fazer alguma coisa. E uma das maiores dúvidas é sobre a aceitação do missionário no campo de missões.
Neste ponto não existe uma regra geral, pois assim como cada indivídua difere de outro podemos dizer que um povo, uma etnia difere de outra. Desta fora, é importante o missionário não depender de suas experiências passadas em outras etnias, mas em cada povo em que estará desenvolvendo o trabalho que seja feito uma análise da cultura, da visão que o povo tem sobre religião e a aceitação dele mesmo.
Em outras postagens temos falado sobre as “portas de conexão” que existem na cultura em que o missionário poderá entrar, obter relacionamento e desenvolver o trabalho no meio da nova cultura. Mas aqui queremos falar de forma mais breve possível sobre a análise que o missionário poderá fazer do campo para saber se será aceito ou não
O primeiro ponto a observar são as mudanças que aquele povo tem sofrido. Houve mudança da localidade onde residiam? O povo sofreu mudanças por causa de catástrofes naturais? O missionário pode observar mudanças na cultura por causa da presença da tecnologia, ou seja, rádio, televisão e internet?
Lembramos que as etnias que sofreram tais mudanças existem maior possibilidade de aceitação do que é diferente, assim como facilidade na aceitação da presença missionária.
Outro ponto a observar é se tais grupos sofreram as mudanças citadas e continuam não apresentando brechas para o relacionamento ou mantendo certa hostilidade a culturas externas. Isso pode acontecer por estarem em um processo mais lento dessa aceitação em processo lento de aculturação com outros povo.
Desta forma a aceitação do povo para com o missionário deverá ser mais lenta e por parte do missionário é necessário paciência no desenvolvimento do relacionamento, pois o processo de aceitação é gradativo e lento.
Também existem povos aferrados ao tradicionalismo, radicalismo religioso em que existe uma pressão do grupo sobre cada indivíduo para não cederem as mudanças. Tais ambientes muitas vezes oferecem hostilidade aos missionários e a quaisquer atividades desenvolvida no campo, pois a simples presença do missionário não é bem vista pelos integrantes da maior parte do grupo.
Bem, estes são alguns pontos básicos na observação do campo em que o missionário desenvolverá as atividades. Poderíamos também falar sobre os diferentes graus de apresso que os membros do grupo têm quanto à religião, mas mesmo sendo um ponto importante podemos deixar para outra oportunidade.
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Pastor Peniel Nogueira Dourado
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