O MUNDO DIGITAL, A FÉ EM DEUS E MISSÕES l Vlog Missões 2018
O missionário Hudson Taylor, fundador do ministério do Interior da China, passava horas escrevendo e respondendo cartas dos irmãos da Inglaterra e outros países que apoiavam a missão. Eu li o livro O Segredo Espiritual de Hudson Taylor várias vezes e quando o serviço missionário aqui na Bolívia começou exigir de mim maior tempo na comunicação com igrejas e irmãos parceiros eu fiquei realmente preocupado. Mas observar este detalhe de Hudson Taylor trouxe fortalecimento ao meu coração.
Eu acreditava que meu serviço como missionário era pregar a Palavra de Deus e desenvolver o projeto que Deus colocou em minhas mãos. Deus me enviou a Bolívia, disse que colocaria materiais em minhas mãos, falou que ELE traria evangelistas ao meu encontro e que ELE também seria o mantenedor. E com todas essas informações vindas do próprio Deus eu acreditei que deveria descansar.
Mas, o meu descanso não era no Senhor, mas na negligência. O projeto que lideramos, o Programa de Apoio Evangelístico, começou a exigir cada vez mais minha dedicação quanto a comunicação, nas cartas informativas, nos vídeos informativos com legendas em inglês, espanhol, francês, italiano e outros idiomas, escrever cartas em italiano, inglês, espanhol e etc. Eu comecei a acreditar que estava me tornando um missionário muito secular. Esse negócio de lidar com câmeras, escrever e-mails, trabalhar com fotos, escrever em blog e postar em redes sociais não era para mim, pois eu sou um missionário espiritual, não um carnal missionário cibernético.

Sinceramente, toda ideologia criada por mim quando à comunicação em missões só me elevava ao patamar da incompetência quanto ao serviço missionário que o Senhor colocava em minhas mãos. Deus começou a me fazer recordar de vários outros missionários de êxito os quais para o desenvolvimento do projeto tiveram que trabalhar muito na comunicação. O senhor me fez lembrar de Lillian Trasher, uma missionária americana que chegou no Egito em 1910 apenas com 100 dólares para cuidar de órfãos, e fez um excelente trabalho abrindo vários orfanatos, e que muitas vezes entrava em navios que passavam pelo Egito para divulgar seu trabalho com as crianças. Lembrei da missionária irlandesa Amy Carmichael (1867 – 1951) que fez um trabalho tremendo com órfãos na Índia e que muitas vezes dedicava horas do seu tempo escrevendo aos parceiros do trabalho. O missionário Rees Howells, britânico, que quando foi à África com sua esposa. De forma milagrosa ganhou penas e tinteiro para escrever suas cartas. Poderia seguir falando de muitos outros, como Charles Sttud (1816 – 1931) , que pertenceu os setes jovens missionários de Cambridge, Inglaterra, o qual deixou sua vida cômoda das mansões para fazer missões na China e depois foi à África para abrir bases missionárias, também o missionário Adoniram Judson (1788 – 1850), missionário americano que trabalhou na Birmânia, atual Myanmar.
Amados, e se eu falar do apóstolo Paulo com suas cartas às igrejas e o sistema de comunicação do envio das cartas pelas mãos de colaboradores? Sim, os colaboradores levavam suas cartas às igrejas e traziam, muitas vezes, ofertas para o ministério do apóstolo Paulo. Os colaboradores era verdadeiro informativos em pessoa: “…Onésimo, amado e fiel irmão, que é dos vossos; eles vos farão saber tudo o que por aqui se passa.” (Colossenses 4:9)
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