Eu estou aos poucos postando em nosso canal os vídeos gravados em Restinga Seca trazendo uma visão de missões. O primeiro vídeo mostrei a viagem e a primeira impressão que temos da cidade. Se você ainda não assistiu eu te animo a acessar o canal e assistir
Neste segundo vídeo estaremos falando de um dos povos menos alcançados no Brasil que é o povo quilombola.
Na cidade de Restinga Seca tem o Quilombo de São Miguel dos Pretos e usei a história desse quilombo, a realidade atual para exemplificar a situação dos demais quilombos dentro do Brasil que precisam da presença da Palavra de Deus.
O vídeo eu deixo logo abaixo. Assista, curta e, se possível, deixe uma mensagem falando sobre o que você achou do vídeo.
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Nosso objetivo é transmitir ao maior número de servos do Senhor Jesus a vida no campo de missões transculturais como ela é e dar maiores informações do trabalho que fazemos em missões.
Mesmo no ambiente missionário poucos compreendem a realidade de Missões Nacionais
Espero que este vídeo possa ter te ajudado. Te convido a se inscrever em nosso canal no Youtube e se quiser receber semanalmente um e-mail com muito conteúdo sobre a vida de missões é só fazer o cadastro clicando no link abaixo
O campo transcultural precisa de missionários para levar o evangelho a regiões onde a Palavra de Deus não está chegando ou está tendo muita dificuldade em ter o devido avanço.
Mas para que haja missionários no campo transcultural, seja dentro ou fora do Brasil, é necessário igrejas que façam o envio.
No vídeo de hoje vamos falar sobre alguns pontos importantes quanto ao envio de missionário ao campo transcultural:
*O apoio moral ao missionário que está no campo
*O apoio logístico ao projeto desenvolvido
*O apoio financeiro ao missionário e ao projeto
*O apoio na oração / intercessão
*O apoio na comunicação
Em breve faremos um vídeo especial falando sobre o apoio no retorno do missionário à igreja que o enviou. Este é um assunto muito sério e pouco abordado
GOSTOU DO VÍDEO?
Se você gostou do vídeo eu vou pedir para você compartilhar este post com outros irmãos que amam o serviço de missões, irmãos envolvidos na secretaria da igreja local e outros.
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Em janeiro de 1995 cheguei com meu pais no Paraguai. Tudo era novidade em terras guaranís e aquela foi praticamente nossa primeira experiência transcultural fora do país.
Os anos se passaram e conheci um pouco mais do Paraguai. As muitas colônias sem uma igreja, sem a presença de missionários, sem o evangelho. O meu coração ardia no desejo de me doar pelo Paraguai e ganhar almas naquela nação.
São colônias, comunidades indígenas, vilas onde não há uma igreja e não faz muito tempo um jovem evangelista esteve na região do Chaco Paraguaio em uma aldeia indígena e o chefe perguntou se ele estava ali para ficar para ser o “professor de Bíblia” da aldeia. O jovem disse que não poderia ficar, então o chefe disse: “E quem pode vir e ficar conosco?”
Esta é a grande pergunta de missões: “Quem irá?” Quem está disposto a ir, deixar seu conforto, sua casa, seu trabalho, seus planos, objetivos pessoais; quem irá?
Em julho de 2006 eu tive que deixar o Paraguai para fazer missões na Bolívia. Fazia com o coração partido e só fazia pela pura ordem do Senhor. Mas na Bolívia novamente encontrei vilas sem a Palavra, regiões onde o povo pedia a presença de alguém para ficar à frente da igreja. Muita gente sem uma bíblia em seu idioma nativo, crianças precisando de atenção; o campo de missões é um mar de necessidades.
Um missionário de Portugal me pediu ajuda com as literaturas e me contava como é a situação da região rural nas pequenas vilas do campo em Portugal. Não há igrejas, não há missionários, não há obreiros
Um irmão equatoriano que mora em Londres me contava como era trabalhar em um lugar onde tem gente do mundo inteiro. Comunidades de árabes, coreanos, latinos, chineses e outros, todas esses comunidades dentro de uma só cidade. Para alcançar estes povos deve ter visão missionária, preparação, apoio e muito amor pelas almas. Mas quem irá?
Enquanto isso, eu vejo líderes dizendo que não vão investir em missões transculturais. Outros dizem nunca escutaram sobre missões transculturais em sua igreja, pois no culto de missões só falam dos trabalhos sociais feitos na periferia da cidade. Um certo pastor disse que a liderança tinha determinado tirar da cabeça do povo “esse negócio” de Missões Transculturais
Quando eu vejo todas essas coisas eu me pergunto: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados.” (Romanos 10:14,15)
Alguém me pergunta: “Peniel, por que você falando tanto de missões transculturais? Você gasta o seu tempo falando de missões transculturais sendo que hoje ninguém fala mais sobre o assunto e você faz vídeo e mais vídeos falando sobre Missões Transculturais?” (anônimo)
E, realmente, ninguém fala sobre este assunto. Me assustei fazer uma pesquisa e achar pouquíssimos canais no Youtube abordando o tema. Livros sobre missões é bem complicado achar e os vendedores dizem: “Não há procura”
Amado, se nós não falarmos sobre a necessidade do campo transcultural quem irá? Se não levantarmos o coração do povo para Missões Transculturais, quem terá ânimo de ofertar? Se excluímos Missões Transculturais dos nossos cultos de missões quem se preparará?
A comunidade indígena no Chaco Paraguaio continua sem um “professor da Bíblia” e as muitas vilas nos andes ainda esperando por missionários, as vilas de Portugal, as cidades da França continuam sem a presença de um crente e enquanto o Senhor me permitir Missões Transculturais será o tema principal do meu canal, meu blog, meus e-mails e postagens em Redes Sociais.
Forte abraço
*Assista o vídeo acima onde eu falo um pouco mais sobre o assunto
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