Domingo, 03 de Julho de 2011

10:00 horas….

Nesta época é um pouco complicado para o evangelismo nas ruas, pois aquiem Santa Cruzé um pouco frio, venta muito e chove. Quando está só frio não é tanto problema, mas quando esfria e chove ai temos problema. Atualmente temos uma temperatura de 12 º

Mas tive uma experiência dias atrás. Estava frio e com aquela chuvinha fina. Nós fomos a uma feira e eu disse para Mina que não

Saindo ao evangelismo

acreditava que o povo estaria lá. Irmãos, a feira estava lotada! O povo debaixo de chuva e frio estava na rua. Eu fiquei pensando que nós devemos ter também essa força interior de mesmo nos momentos de certa dificuldade em relação ao clima estar presente.

Este tem sido nosso alvo: Fazer presente a Palavra de Deus. E ontem foi uma benção o trabalho e fizemos justamente isso. Alguns irmãos

de outras igrejas passavam e nos elogiava e animava a seguir adiante que mesmo o forte frio estávamos ali.

Deixo aqui uma foto nossa na saída de nossa casa. Deborah sentada sobre as caixas, eu e Mina. Compramos uma bateria nova para o magafone, uma bateria de 12 V e 12 Amp. Eu estava usando uma de 8 Amp, mas quase não durava um dia e por último não estava mais carregando. Hoje vou provar a bateria nova e já posso dizer que é bem mais passada. (…rs…)

14:30 horas……

CULTURA DO COMERCIO E MISSÕES

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No mês passado meu irmão veio nos visitar e levando em consideração que os preços das roupas aquiem Santa Cruzem comparação ao Brasil são bem baratos fomos a algumas feiras para comprar roupa. Tiago e Simone estavam bem animado com os preços, mas quando chegou em um determinado posto de venda onde achou uma camisa que buscava tomou um choque em ver a “boa vontade” da vendedora. A mulher ficou sentada todo o momento e quando pedido uma determinada cor em um determinado tamanha a vendedora respondeu que não havia.

Tiago não se deu por vencido e começou ele mesmo a buscar a roupa. Revira aqui, revira ali e o que se nota é a inquietação da vendedora em desarrumar as roupas que estavam empilhadas. Em fim, Tiago achou sua camisa na cor que queria e quando foi pagar a vendedora, proprietária da venda, já estava muito braba por ele ter desarrumado alguma coisa.

Bem, isso poderia ser algo isolado, uma vendedora que não precisa daquele serviço, ou ser uma empregada que mais estava esperando seu salário que ter vontade de vender. Ou até mesmo que o salário estivesse atrasado, algo desse tipo, mas a realidade é que situações assim não são situações isoladas. Quando se compra verduras no mercado você não tem direito de escolher. Deve-se perguntar o preço e se tiver do agrado o vendedor é que coloca as verduras nas sacolas, lembrando sempre que geralmente os preços são combinados. Bem, o problema é que aqueles tomates bonitos ficam a frente da banca e os que vão para a sacola do comprador são os feios que ficam lá trás.

Isso é em tudo que você vai comprar. Aquela regra que conhecemos que o comprador sempre tem razão não é regra pelo menos aqui. E quando falamos de comprar verduras, frutas e etc ainda podemos pensar em relevar, mas quando se trata de roupa? A regra é a mesma! Lembro da situação em que minha irmã queria um short e a cor que ela queria e o devido tamanho estava …..lá em baixo da pilha de roupa (..rs..). A vendedora perguntou quantas peças ela queria levar. Minha irmã disse que apenas uma peça, porque não precisava de mais de uma. A mulher recusou-se a vender a short para minha irmã.

Desta forma, vemos o porquê das pessoas serem agressivas, contenciosas muitas vezes nas ruas, feiras e mercados. O comprador quer defender seu dinheiro e comprar um bom produto e o vendedor se defende como me disse uma vez uma senhora vendedora de tomates, que quando ela comprou a caixa de tomate não teve como escolher e por isso eu também não tenho direito de escolher.

Bem, você amado que lê este post que já está morando em Bolívia, ou você que quer vir a Bolívia o que posso dizer é que, AQUI É ASSIM!  Esta frase escutei muitas vezes quando cheguei e diante da minha luta de aceitar o novo campo que o Senhor me colocava procurei entende-la muito bem. Creio que o segredo é parar de fazer comparações. Viemos a Bolívia e não sabemos até quando estaremos aqui. Então, nada de comparação e é melhor aprender a viver a nova vida e este, mesmo que alguém não pense nisso, é um preço que o missionário paga.


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