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Missionários ignorantes quanto a missões. EXISTE?

Eu sei que é forte o título deste post, mas minha intenção é dar um título forte a um assunto de muita importância, mas pouco abordado no ambiente de missões.

Também quero aclarar que estou falando da ignorância quanto a não ter o conhecimento de missões; este é o sentido. Normalmente pessoas empolgadas em missões acreditam saber tudo sobre missões e mesmo com a apreciação que tenho por aqueles que amam missões e são empolgados com missões, eu também quero dizer que tais sentimentos não bastam para desenvolver um trabalho de missões em campo. 

A realidade é que ninguém sabe tudo e nós sempre estamos aprendendo. Eu estou sempre visitando livrarias evangélicas procurando por um novo livro sobre missões, um vídeo no Youtube e etc. Devemos ter a preocupação em crescer neste assunto que amamos. Mas tem aqueles que são completamente ignorantes quanto a um assunto.

E como identificar os “ignorantes de missões”? Primeiro é importante você compreender que o conceito de missões que abordamos é o transcultural (gosto de usar e creio ser o correto a palavra intercultural.). Em nossos vídeos, o que eu escrevo no blog, nossos e-mails e outros, todos estão focamos no transcultural (intercultural). 

Hoje temos muitos conceitos sobre o que é missões, um missionário, campo missionário e etc. Volto a dizer que estou focado a ensinar quanto ao ambiente transcultural (intercultural). O ensinamento que trazemos é sobre levar o evangelho aos que estão além de uma barreira cultural e o campo missionário não é apenas a atividade evangelística da igreja local, mas o evangelismo realizado em outro ambiente cultural diferente daquele que vivemos.

Tendo este entendimento, como eu identifico um missionário ignorante? Um missionário que pode até estar envolvido em missões, mas não tem o conhecimento suficiente para desenvolver um projeto e ter resultado a logo prazo em missões. Tenho muitos missionários que estão a muitos anos no campo missionário e não sabem nada de missões. É assustador encontrar tal situação, pois os resultados são catastróficos

Mas vamos ao tema: O primeiro ponto é quando se ignora completamente as etnias. O missionário está indo para Moçambique? Ok, mas com qual etnia vai trabalhar? Está indo à Bolívia? Ok, mas dentro de Bolívia tem mais de 30 etnias e ignorar essas etnias é chegar em campo imergido numa completa ignorância do campo de missões. 

Esta é minha pergunta aos novos missionários: Com que etnia você vai trabalhar? A triste notícia é que são poucos os que se preparam para trabalhar com as etnias no campo. Todo o esforço está centrando em IR AO CAMPO, está no campo de missões, mas não pensam que no campo deve ser desenvolvido um projeto, um trabalho de missões que possa gerar resultado a curto, médio e longo prazo que beneficie a igreja local. Ou é aberta uma igreja, ou se apoia uma igreja no campo para o avanço do Reino naquele campo de missões específico. Se não for assim o serviço não passa de um turismo.

Ignorar as etnias é não se preparar para compreender a cosmovisão do povo local e lembro que cosmovisão é a segunda linguagem de um povo. Ignorar as etnias é errar no relacionamento com as diferentes etnias que podem existir no campo. Ignorar as etnias é está no campo como um missionário, ter a influência de um missionário e cometer uma série de erros que vão manchar a imagem de missões, da igreja de Cristo, de outros missionários e, muitas vezes, fechar as portas para que outros possam vir ao campo e continuar com o serviço de missões.

Eu já fui discriminado no campo não por ser estrangeiro, brasileiro, cristão, mas porque ignorantes chegaram primeiro e fizeram barbaridade gerando uma má impressão quanto aos missionários. Lembre-se que um missionário no campo representa outros missionários e os nativos não fazem diferenciação batistas, assembleianos, metodistas, bons e maus missionários.

Infelizmente este é um assunto sério, mas sumamente ignorado. Hoje tenho a compreensão (minha opinião) que ninguém deveria ir ao campo sem o devido conhecimento do que é etnia, como relacionar com diferentes etnias, estudar a etnia em que irá trabalhar e etc. 

Um “missionário” certa vez me disse: “Eu fiz missões na Bolívia por um tempo em Santa Cruz. Lá tinha aquele povo indígena (tom pejorativo) do ocidente”. Ou seja, em Santa Cruz ele fazia a comparação cultural com o povo camba que tem um distanciamento cultural menor com a cultura brasileira que os povos andinos. Provavelmente este “missionário” deve ter desprezado irmãos quéchuas, aymaras, irmãos de Oruro ou Potosí por ter suas bochechas avermelhadas. Este é o grau de ignorância que poderia ser evitado se uma pessoa assim não fosse enviada sem o mínimo de preparação.

É necessário compreender que um grupo étnico tem distanciamento cultural de outro grupo. Você como missionário pertence a um grupo étnico e ao se aproximar de outro grupo você terá menos barreira se essa distância é menor. Ou seja, se a cultura do outro grupo for parecida com a sua cultura você terá menos atrito com as barreiras culturais.

O missionário ignorante tende a ter uma apreciação aos grupos étinicos com distanciamente cultural menor, ou seja, etnias parecidas a sua própria cultura. Ao mesmo tempo por causa da ignorância e falta de preparação ele se distanciará dos grupos com distanciamento cultural maior.

Mas o grande problema não á a aproximação ou o distanciamento, mas o relacionamento equivocado. Você terá dificuldade de comunicação por não saber o idioma, pois o idioma é a primeira forma de linguagem de um povo. Mas pode se gerar sérios problemas no relacionamento com um povo se não compreender sua forma de ver o mundo.

A cosmovisão é a segunda linguagem de um povo. Este assunto é amplo e não vou abordar neste post, mas quero ficar apenas na compreensão da diferenciação cultural das etnias dentro de uma nação. 

Cheguei em Bolívia em 2007 e visitei um pastor do Brasil. Do lado da igreja havia uma senhora quéchua com sua roupa típica e eu perguntei como ele estava trabalhando com o povo quéchua. A resposta do “missionário” foi: “Eu não quero conversa com este povo”. Ao visitar sua congregação observei que só havia irmãos da etnia camba, etnia predominante em Santa Cruz de la Sierra.

Não vejo erro em se trabalhar com uma só etnia, mas em um ambiente miscigenado como Santa Cruz de la Sierra se o missionário estiver trabalhado com cambas deve compreender muito bem os povos andinos, como os quéchuas e aymaras, pois eles estão bem presentes em Santa Cruz de la Sierra; deve-se compreender, valorizar e frear as atitudes regionalistas comuns na região. E da mesma forma acontece com missionários que trabalham na região alta de Bolívia

É comum as expressões eles e nós, aquele povo, essa gente e etc quando a barreira cultural não é transposta. Quando o missionário chega no campo e existe o famoso choque cultural ele começa a enfatizar essas expressões fazendo diferenciação do povo local, ou a etnia local com sua própria cultura.

Este missionário poderá viver 30 anos no campo de missões, mas se tal barreira não for rompida ele não será inserido ao grupo, não terá conexão e não vai alcançar ninguém com o evangelho, não vai gerar discípulos, não vai levantar obreiros locais para progredir com o serviço. É comum em casos assim o missionário está a muito tempo no campo e continuar à frente de tudo o trabalho e o projeto altamente dependente dele e de sua equipe que veio do Brasil

A mensagem do evangelho é benção de salvação aos povos, mas este missionário é a primeira barreira aos nativos para o conhecimento Cristo Jesus. Em muitos lugares Cristo é odiado, missionários perseguido muitas vezes não pela mensagem, mas pela ignorância de missionários no campo sem a devida preparação para o relacionamente intercultural.

No Paraguai encontrei muitos “missionários” que não sabiam nada do guarani. O problema é que não sabia, não queriam aprender e desprezavam quem sabia falar algo em guarani. Normalmente alegavam que o guarani era uma língua indígena e eles não queriam conversa com indígenas.

Me responda se isso é ou não é um desastre ao serviço missionário local? O guarani é língua oficial do Paraguai e se você em público disser para alguém não falar o guarani, mas o espanhol você poderá ser preso, pois isso é crime.

Concluo este post dizendo que um missionário não é enviado a uma nação. O conceito de nação veio a existir no século XVI e quando Jesus disse “ide às nações” em Mateus 28:19 ele falava dos povos gentios, das etnias, dos diferentes grupos étinicos fora do judaimos. É claro que nos preparamos para ir a uma nação por questões legais, políticas, vistos e etc, mas um missionário atua entre povos, entre etnias.

Quando alguém diz: “Vou fazer missões em Bolívia”. Minha pergunta é: “Com que etnia você vai trabalhar? Em que região vai desenvolverá o seu projeto?” Chegar em Bolívia, Peru, Equador e outras regiões não tendo a compreensão das diferentes etnias, respeitar as diferentes culturas, compreender a cosmovisão dos povos, compreender que como igreja somos enviados aos povos, às etnias e não às nações é muito importante.

Você se interessou pelo assunto? Bem, eu vou deixar alguns vídeos no link abaixo onde falo muito mais sobre a importância do missionário ter o conhecimento das etnias no campo de missões.

Se você quiser fazer um bem ao serviço de missões compartilhe este post com outros que amam missões. Vamos trabalhar para elevar nosso nível de missões no campo e procurar fazer algo para melhorar no trabalho no Reino no alcance dos povos.

CLIQUE AQUI para assistir os vídeos

FOTO ABAIXO: Na região da antiga Ramada em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia.

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Um forte abraço e vamos continuar amando e fazendo missões

Peniel Nogueira Dourado

Por que manter o foco em uma só etnia em missões?

Dentro da minha visão cristã brasileira, e isso de forma muito especial, trabalhar com todos os povos diferente, gente com idiomas diferentes, cultura e costumes diferentes em um só lugar reflete o verdadeiro cristianismo. Vivemos este ambiente em nossas igrejas onde ricos sentam com pobres, nordestino e sulistas estão adorando em um mesmo lugar e etc.

Mas nós já temos falado bastante sobre distância cultural e o quanto esta realidade no campo missionário impacta no desenvolvimento de um projeto. Não vou falar tanto sobre distância cultural, mas se você quiser mais informações sobre distância cultural clique aqui

Em um povo, em uma etnia existe pontos comuns que  une os integrantes do grupo os quais se identificam como “pertencente a uma mesma casa”, como uma grande família. Estes pontos são o idioma, as roupas, costumes, alimentos e etc. Este senso de pertencer ao mesmo grupo, pertencer a uma família étnica é muito forte e ignorar é um grande erro do missionário.

Cada cultura tem estabelecido seu próprio sistema de valores, normas a serem obedecidas dentro da comunidade e a maneira de ver o mundo em que vivem. Este modo de vida de cada povo é o que faz cada povo ser único e assim como um indivíduo neste planeta é único um povo também é único pelo seu modo de viver, como estão vendo o mundo ao redor e etc

É comum identificar povo convivendo entre si nos relacionamentos comerciais, no esporte e até mesmo na política. Mas quando tratamos do religioso os conceitos de crença de um povo é tocado e o mais íntimo da vida do ser humano é colocado em evidência.

As pessoas se convertem ao cristianismo, mas não querem o cristianismo americano. As pessoas aceitam o Cristo Jesus salvador, creem nEle, mas não querem o Jesus dos brancos; a final, Jesus Cristo não é apenas dos brancos. Os povos querem ler a bíblia, mas não querem em latim, hebraico, inglês ou em português. Elas querem conhecer a história de Jesus em seus próprios idiomas.

A sociologia chama esta reação de “Princípio de Unidade Homogênea“. E compreendendo este conceito que os sociólogos identificaram no ser humano, pois é uma característica humana, o missionário deve apropriá-se dessas informações para empregar no serviço de missões.

A estratégia do apóstolo Paulo no serviço de missões era inserir em uma cultura, pregar o evangelho, levantar líderes locais e deixar uma igreja com liderança local. Esta atitude fortaleceu a igreja primitiva, pois não era uma seita dos judeus entre gentios, mas era a Igreja de Cristo entre os gentios.

Podemos concluir que é importante o missionário desenvolver o projeto focalizando um povo de cada vez. O desenvolvimento do trabalho, as lideranças devem ser locais, do próprio povo, pois sedo assim haverá possibilidade de fortalecimento e, no tempo certo, avanço do trabalho dentro da própria etnias e no alcance de outras etnias

Em nossas postagens sempre estou colocando um vídeo com mais informação. Conto algumas experiências sobre o assunto de outros irmãos e experiências que tivemos no campo e espero que você possa crescer no conhecimento de missões com tudo isso.

Se não conseguiu assistir no vídeo acima clique aqui

Além do vídeo acima eu tenho em nosso canal uma série de vídeo onde falamos das etnias em missões. Se você tiver interesse clique aqui

CURSO DE MISSÕES (grátis)

Eu preparei uma sério de vídeos que é uma verdadeiro curso grátis de missões. O material é enviado por e-mail e tudo que você precisa fazer é cadastrar o seu e-mail para receber todo conteúdo.

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Nosso desejo é que você cresça no conhecimento de missões. Deus te abençoe

Pastor Peniel Nogueira Dourado

Você entende o que são etnias em missões?

Você entende o que são etnias nas missões?

Etnia é um assunto de extrema importância para quem deseja fazer missões. Mas, infelizmente, muitas igrejas que apoiam ou enviam missionários quase nunca tratam desse tema. Pela falta de vivência no campo, elas não preparam seus obreiros para alcançar diferentes grupos étnicos. Em muitas conferências missionárias, esse assunto nem sequer aparece — e isso afeta diretamente os resultados da obra missionária a longo prazo.

Eu cresci envolvido com missões e, mesmo assim, quase não ouvia ninguém falar sobre etnias. Lembro de um grupo da Jocum que visitou nossa igreja e tocou nesse tema com entusiasmo, mas sem aprofundamento. A verdade é que falar de etnias acaba confrontando a visão tradicional de “ir às nações”, como se o termo “nações” fosse apenas político e geográfico.

Hoje eu entendo que, infelizmente, esse confronto gera debates desnecessários dentro da igreja. E digo “desnecessários” porque raramente esses debates têm a intenção de estudar o assunto. Muitas vezes são apenas discussões superficiais que não geram transformação nem preparo.

Aprendendo com os erros no campo

Se você está lendo até aqui, acredito que você tem sede de aprender. E quero deixar claro: eu não tenho todas as respostas. Continuo estudando e aprendendo todos os dias, com livros, sites, blogs, vídeos, conversas com outros missionários… E muito do que sei hoje nasceu dos problemas que enfrentei aqui na Bolívia.

Sim, eu cometi muitos erros. Fiz escolhas equivocadas por não entender bem o campo onde estava. E quando um missionário erra, ele precisa parar, refazer passos, consertar rotas — e às vezes o dano é tão grande que afeta toda a equipe e até o futuro do projeto. Há casos de ministérios que chegaram ao fim não porque o tempo acabou, mas porque faltou sabedoria e preparo.

E isso é sério: recursos, ofertas e anos de esforço de igrejas e voluntários acabam sendo desperdiçados. E mais: isso pode se tornar um caso de negligência diante de Deus. Afinal, a responsabilidade que carregamos como enviados do Senhor é enorme (1 Coríntios 4:2).

A ordem de Jesus não foi ir às “nações” como entendemos hoje

Se você fizer uma rápida pesquisa, verá que o conceito moderno de “nação” surgiu no século XVI. Ou seja, Jesus não nos mandou ir aos Estados modernos, mas sim aos grupos étnicos. Em Mateus 28:19, quando Ele diz: “Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações…”, o termo original em grego é ethnos, que significa etnia.

Naquela época, era inconcebível para um judeu se misturar com outros povos. Os gentios só podiam se aproximar mediante um sistema de regras. Mas Jesus quebra esse padrão. A ordem é clara: ir até eles, sem exigir que eles venham até nós ou que se adaptem primeiro à nossa cultura.

Quem deve mudar sou eu

Por isso, o verdadeiro evangelista intercultural entende que quem deve se adaptar é ele. Paulo resumiu isso dizendo: “Fiz-me tudo para com todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns” (1 Coríntios 9:22). Esse é o coração da missão: amar, servir e aprender a cultura do outro, com humildade e disposição.

A missão da igreja é centrífuga, não centrípeta

Já escrevi antes sobre isso. A missão da igreja deve ser centrífuga: um movimento de dentro para fora. Quanto mais cheia do Espírito, mais ela se move para alcançar os de fora — os esquecidos, os que nunca ouviram, os povos não alcançados.

Peniel N Dourado

Mas quando a igreja está dominada por religiosidade, seu movimento se torna centrípeto: tudo gira em torno de si mesma. Israel, no Antigo Testamento, tinha essa postura. Deus atraía os povos a Israel, mas agora, com o envio do Espírito Santo em Atos 1:8, a ordem é clara: “serão minhas testemunhas… até os confins da terra.”

A igreja não pode mais ficar esperando. Se não estamos indo, devemos estar enviando.

Etnias estão por toda parte

Quando falamos em “ir às nações”, precisamos lembrar: estamos falando de etnias, não apenas países. E elas estão tanto fora como dentro do nosso território. Muitas vezes o campo está ao nosso lado — um povo indígena, uma comunidade de imigrantes, um grupo isolado na cidade. E se não formos com sensibilidade e preparo, falharemos em apresentar Cristo com eficácia.

Uma convocação para aprender e compartilhar

Eu editei um vídeo que está logo abaixo para te ajudar a aprofundar nesse tema. Assista com atenção. A falta de compreensão sobre etnias tem travado o avanço de muitas frentes missionárias. E isso pode mudar — se você se dispuser a aprender e a ensinar outros.

Meu objetivo aqui não é gerar polêmica, mas trazer clareza. Se este conteúdo te ajudou, compartilhe. Queremos ver mais missionários capacitados, preparados, conscientes da missão que o Senhor nos confiou.

Você quer ser um missionário?

Sobre a montanha da serpente na cidade de Oruro, Bolívia

Esta é minha pergunta: Você quer ser um missionário? Ou melhor: Você quer ser um evangelista intercultural? Se você pretende alcançar pessoas que estão em outro ambiente cultural com a mensagem de salvação é importante compreender como funciona este ambiente.

No post de hoje eu quero me direcionar aos que desejam servir fora do Brasil. Sei que o desenvolvimento de missões pode ser feito dentro do nosso Brasil, mas quero dar atenção a você que tem o coração queimando por missões e que deseja ir às nações falar de Jesus Cristo.

Bem, eu tenho falado em outros posts da importância de reconhecer que ir às nações no cumprimento da grande comissão não é apenas sair do Brasil e ir a outros países. Usamos o texto de Mateus 28:19, mas não levamos em consideração que o termo nações aqui é etnia.

Sim, Deus quer que você vá às nações, quer que a igreja se empenhe em fazer discípulos a todas as nações e o foco do Senhor Jesus são as etnias

E as nações pastor? E Bolívia, o Peru, a China e muitos outros países? Não podemos desejar ir a esses lugares para falar de Jesus? Eu creio que sim. É por isso que comecei dizendo que não quero te desanimar, mas animar você neste objetivo.

Agora, primeiro você deve lembrar da ordem do Mestre de uma forma responsável e obediente. Quando você disse “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28:19) empregando o termo etnia para nações é porque o alvo de Cristo ter igrejas ativas entre as etnias.

Dentro de uma nação, ou seja, de um país, podemos ter muitos grupos étnicos. É possível você fazer pouquíssimo ou até fazer nada neste país em que você deseja alcançar se não observar este “pequeno detalhe” no seu alvo de trabalho.

Algum tempo atrás editei um vídeo onde eu falo sobre o assunto. Eu vou deixar o vídeo logo abaixo. Animo você assistir com o coração aberto e desejo de aprender mais para melhor desenvolver o serviço de missões no campo.

Saiba que o Senhor Jesus quer alcançar as vidas e deseja que o trabalho que você deseja desenvolver em campo tenha sucesso. Assim, é necessário uma real compreensão da situação.

Terminando de assistir animo você se inscrever no canal não esquecendo de ativar as notificações. E em nosso canal temos uma playlist com vários outros vídeos sobre o assunto – CLIQUE AQUI

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Pastor Peniel Nogueira Dourado