Arquivo da tag: Evangelismo

Missões: Como ouvir a voz de Deus e seguir o Seu chamado

Muitas vezes, a nossa ansiedade nos faz acreditar que o Reino de Deus funciona como um projeto de engenharia, onde tudo precisa estar planejado do início ao fim. Nós nos trancamos no templo, dobramos os joelhos e clamamos: “Senhor, o que eu devo fazer?”. Queremos um mapa completo para os próximos 20 anos, mas a verdade é que Deus geralmente nos dá apenas uma lanterna para o próximo passo.

Vivi isso intensamente. Há muitos anos, eu entrava no templo sozinho, com minha mochila, minha Bíblicas, livros e o meu tereré, tentando entender se meu chamado era pastoral ou evangelístico. Eu queria um rótulo, uma definição final, uma direção. No entanto, o aprendizado mais valioso que o campo missionário me trouxe foi este: Deus nos ensina no caminho. Como o apóstolo Paulo escreveu aos Filipenses:

“Estou plenamente certo de que aquele que começou a boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6)

Essa “boa obra” não é um evento único, mas um processo de dependência diária. Algum tempo atrás, gravei um vídeo compartilhando sobre o “ouvir a voz de Deus” que é a base de qualquer serviço de missões. Aprendi algo que transformou meu ministério: Deus nos dá ordens específicas para momentos determinados. Muitos missionários sofrem tentando usar hoje uma estratégia que era para ontem, ou se desgastam antecipando um problema que só virá amanhã. Deus tem as ações certas para o momento certo.

No vídeo, conto como o Senhor me enviou para um trabalho no presídio de Pedro Juan Caballero, no Paraguai praticamente sozinho. No começo tínhamos um grupo de mais de 20 irmãos me ajudando, mas logo fiquei sozinho fazendo o trabalho que o Senhor me havia confiado. Foi um tempo bem presioso juntamente com os queridos irmãos que estão detrás das grades.

Depois, o Senhor Jesus mudou a direção e nos deu o serviço de rádio e, mais tarde, nos levou a realizar cultos em fazendas e chácaras bem distantes da cidade. Eu e Mina fazíamos porque o Senhor havia mandado e aprendemos a fazer atré o Senhor Jesus mandar parar.

Não era apenas uma “boa ideia” humana ou falta do que fazer. Eu e minha esposa, Mina, estávamos vivendo o mover de Deus e seguindo orientações precisas. Isso me lembra o que Paulo disse aos Efésios:

“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que andássemos nelas.” (Efésios 2:10)

Se Deus já preparou as obras, nosso papel não é inventar novos caminhos, mas perceber por onde Ele já está andando. Se você sente o desejo de alcançar outros povos, lembre-se: a eficácia missionária não vem da nossa força de vontade, mas da nossa sensibilidade ao Espírito Santo.

Muitos entram na obra querendo “fazer o trabalho crescer” como se fosse uma empresa. Eu também tive essa angústia. Mas descobri que missões é sobre ser guiado passo a passo. Se Deus te envia para uma cidade como Santa Cruz da Sierra, Ele sabe exatamente em qual rua você deve morar!

Eu fui para a Bolívia sem o sustento de uma igreja ou associação, mas com uma palavra específica de que Deus traria as pessoas certas até a minha porta. E Ele trouxe. No campo transcultural, a maior habilidade não é dominar um idioma ou uma técnica, mas dominar a arte de ouvir e obedecer a voz de Deus. Deveria ser algo comum para todo cristão, mas eu sei que não é. Às vezes, o “ide” começa em um presídio vizinho e termina em uma nação distante.

Eu vou colocar o vídeo logo abaixo. Clique para assistir:


Faça Parte do Nosso Movimento!

Se você quer ser um missionário que não apenas vai, mas que permanece e frutifica, inscreva-se no canal agora, pois quase que diariamente estou postando vídeos trazendo a realizado de missões. Ative as notificações para não perder nenhum dos nossos conteúdos.

Compartilhe este vídeo! Ajude aquele irmão que está em dúvida sobre o seu ministério a entender que a voz de Deus é o mapa mais seguro que existe.

Além das Fronteiras: A Logística da Sobrevivência Transcultural

O campo missionário transcultural é, sem dúvida, um dos cenários mais fascinantes e, ao mesmo tempo, mais desafiadores para o homem e a mulher de Deus. Quando o chamado de Deus nos empurra para além da nossa cultura, do nosso conforto e da nossa lógica organizacional, somos forçados a encarar uma realidade que os relatórios de campo raramente conseguem traduzir em números: a nossa própria fragilidade.

Atuar na Bolívia, Peru, Paraguai, sertão nordestino, na Amazônia ou em qualquer fronteira cultural não é apenas uma mudança de CEP; é a entrada em um novo terreno, outra casa cultural, onde tudo o que você sabia sobre comunicação, valores e relacionamentos precisa ser reconstruído do zero.

Família missionária: Pr Peniel, Mina, Deborah (18) e Samuel (10)

Muitas vezes, o missionário chega ao campo focado na geografia, mas o verdadeiro desafio é a demografia da alma. O campo transcultural exige que você deixe de ser o centro. Você chega como um especialista, mas precisa aprender a ser um servo aprendiz. Como Paulo bem definiu em 1 Coríntios 9:22, o segredo não está em impor a nossa cultura, mas em “fazer-se tudo para com todos”. Isso exige uma humildade que dói no ego, uma paciência que testa o limite e uma disposição constante para ser o “estrangeiro” que ninguém entende de primeira.

O Choque da Realidade e a Barreira do Silêncio

O primeiro grande obstáculo que enfrentamos no campo é o choque cultural. Ele não avisa quando chega; manifesta-se na comida que o seu corpo rejeita, nos horários que não fazem sentido para a sua mente e na linguagem corporal que você interpreta errado. Já vi muitos missionários que não desistiram do chamado, mas se cansaram diante do choque de cultura.

O erro fatal aqui é confundir adaptação com perda de identidade. Adaptar-se não é deixar de ser quem você é; é a forma mais alta de amor e encarnação do Evangelho. Jesus não ficou no Céu enviando manuais de como ser salvo; Ele se encarnou, falou nossa língua e viveu nossa rotina. Se queremos alcançar um povo, precisamos baixar nossas defesas e aprender a viver como eles. Não deixamos de ser o que somos, mas nos adaptamos.

Pr Peniel Dourado no albergue no Paraguai

Somado a isso, temos o desafio da comunicação. Dominar um idioma vai muito além de decorar vocabulário. É entender o peso das pausas, o significado dos provérbios locais e a alma por trás das palavras. Falar sem ser compreendido gera uma frustração profunda, um sentimento de inutilidade que pode paralisar o obreiro mais fervoroso que deseja, de todo o coração, compartilhar Cristo.

É nesse silêncio forçado que aprendemos a depender menos da nossa eloquência e mais do Espírito Santo. Como diz em Zacarias 4:6, o avanço não é por força ou violência intelectual, mas pelo Espírito. Se a língua trava, a vida precisa falar mais alto. E, em momentos assim, damos maior valor à Palavra escrita, que pode alcançar vidas que estão do outro lado do muro do idioma.

Em meu canal no YouTube, tenho alguns vídeos onde falo sobre choque cultural. No primeiro, abordo o choque cultural em missões nacionais; esse vídeo foi gravado no estado de Alagoas. Para acessar o vídeo, [CLIQUE AQUI]. O segundo vídeo gravei na região de fronteira com a Bolívia e falo sobre o choque cultural reverso. Se você nunca ouviu falar no assunto, eu o animo a clicar e assistir: [CLIQUE AQUI].

Amar missões é abraçar o desafio de ser um eterno aprendiz do Reino. Não deixe que as barreiras culturais paralisem o fogo que Deus acendeu em seu coração; use cada dificuldade como um degrau para uma dependência mais profunda do Pai.

Convido você a caminhar conosco nessa jornada! Inscreva-se em nosso canal no YouTube, acompanhe nossas postagens e vamos, juntos, entender o agir de Deus para alcançar as nações. O campo é grande, os desafios são reais, mas a nossa paixão pelas almas deve ser ainda maior!

Equilíbrio e Poder: O Segredo para Avançar em Missões

Parece que um dos maiores desafios para a Igreja hoje é manter o equilíbrio. No campo missionário, lidamos com situações extremas e, se não tivermos cuidado, podemos pegar qualquer assunto bíblico e levá-lo a um extremo prejudicial. O que deveria ser uma ferramenta de libertação acaba se tornando um peso ou, pior, uma heresia.

Missionários Peniel e Mina (2024)

Nosso chamado é andar pelo meio da estrada, com os pés no chão e o espírito alerta. Tenho visto pessoas não se preparando para o serviço de missões, pois receberam um chamado, buscam o poder de Deus e creem que o próprio Deus é poderoso para agir quando chegar no campo de missões. Eu creio que Deus é poderoso, mas colocar sobre Deus as responsabilidades que é nossa da preparação é desaquilíbrio.

Por outro lado, não podemos permitir que o medo do fanatismo nos roube as ferramentas que o próprio Deus colocou em nossas mãos. No campo de missões, a batalha é prioritariamente espiritual, e não se vence uma guerra espiritual com estratégias meramente humanas. Temos recursos do Alto para romper barreiras que a logística comum não alcança.

Infelizmente, sempre haverá aqueles que perdem o equilíbrio no meio do caminho, mas o desvio deles não pode determinar o nosso ritmo. Se nos deixarmos paralisar pelo receio de sermos confundidos com os “fanáticos”, quem perde é a própria Obra de Missões. Sem o exercício da autoridade bíblica, o avanço no campo estagna e as almas continuam cativas.

Precisamos caminhar no centro da vontade de Deus, com a preparação para enfrentarmos o campo transcultural, a Bíblia em uma mão e o poder do Espírito na outra. O equilíbrio não é ausência de poder espiritual, é fogo controlado para o propósito certo. Como Paulo instruiu o jovem obreiro em 2 Timóteo 1:7, “porque Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”. É essa moderação, unida ao poder, que nos fará chegar onde ninguém mais chegou vivendo o propósito de Deus.

Observo no meio da igreja que muitas vezes, perdemos tempo discutindo o que seriam as “obras maiores” que Jesus mencionou, enquanto ainda nem começamos a fazer as obras básicas que Ele nos mandopu realizar.

No evangelismo prático, precisamos dessa autoridade para romper barreiras geográficas e espirituais, mas sempre com a humildade de quem sabe que o poder vem d’Ele e para Ele. O equilíbrio é a nossa maior proteção. Se quisermos alcançar as nações e ver resultados reais no avanço do Reino, precisamos de poder com ordem, e fé com doutrina.

Querido missionário, mantenha seu coração focado no Mestre e suas mãos prontas para o trabalho. Não se deixe levar por ventos de doutrina que inflamam o ego, mas também não abra mão do que Jesus colocou em suas mãos para subjugar as tempestades da vida mediante o poder de Deus.

“E estes sinais seguirão aos que crerem…” (Marcos 16:17). O poder de Cristo para o cumprimento do propósito está à disposição do que crê, mas lembre-se de que Deus não fará por você o que você deve fazer para que a obra seja feita.

Choque Cultural em Missões: O Desafio que Pode Parar Você

Hoje quero tratar de um tema estratégico para quem leva a sério a Grande Comissão: o Choque Cultural.

Muitos pensam que a diferença de cultura se resume à roupa que o povo usa ou à comida exótica no prato. Mas, na prática do campo, o que realmente “pega” é o relacionamento. É a cosmovisão — a forma como o nativo enxerga o mundo, que muitas vezes é o oposto da sua.

Missionários Peniel e Mina (2024)

Imagine que você vai a um lugar romoto na Bolívia. O povo lá é introspectivo, reservado, valoriza muito sua própria privacidade. Se você vem de uma cultura aberta, como o nosso povo do Nordeste brasileiro, onde todo mundo fala e entra na casa um do outro, você vai sofrer um impacto.

Você tenta forçar uma alegria, uma piada, e recebe silêncio. Se não houver preparo, você começa a se irritar. O perigo mora aí: quando o missionário começa a comparar “a minha terra” com o campo e passa a atacar a cultura local em seu coração. E muitos vezes o ataque é através de comparações das duas regiões.

Existe uma tendência perigosa quando o choque cultural bate e a irritação com o nativo cresce, o missionário tende a se trancar em casa. E hoje, com o celular na mão, ele se isola no Instagram e no WhatsApp, mantendo contato apenas com quem é da sua cultura lá no Brasil.

Irmãos, isso é matar o seu projeto missionário. O mundo ao seu redor se torna hostil, você não cria conexão com o nativo e acaba vivendo em uma “ilha” — seja dentro do quarto ou dentro de uma comunidade brasileira. Já vi missionários chorando desesperados em festas porque não suportavam mais a diferença. Isso não é apenas “opressão maligna”, muitas vezes é falta de preparo antropológico e emocional.

Se você sente que este assunto tocou no seu chamado, não pare por aqui. Eu preparei um vídeo logo abaixo onde me aprofundo ainda mais nesses bastidores da vida missionária, trazendo detalhes que o campo me ensinou na prática. Assista agora, pois entender essa logística espiritual é o que separa um projeto que para no caminho de um que avança para a glória de Deus!

Se este conteúdo abriu seus olhos, não guarde isso só para você: compartilhe este post com outros irmãos que amam missões e ajude a fortalecer o exército de Deus. E olha, para não perder nenhuma de nossas atualizações estratégicas sobre a vida no campo, inscreva-se agora em nosso canal no YouTube. Estamos postando periodicamente conteúdos para equipar você para a grande colheita. Vamos juntos!

Cuidado com o Coração: O Segredo para não Parar na Missão

No vídeo ao final deste post, compartilho uma das experiências mais intensas que já vivi no campo missionário. Existem momentos decisivos onde uma palavra tem o poder de ajustar nossa rota: ela pode fortalecer nossa visão no propósito do Senhor ou, infelizmente, tentar nos afastar da presença Dele.

O alvo principal desses ataques é sempre o nosso coração, o centro de todas as nossas decisões. O mais surpreendente é que, muitas vezes, o golpe vem de onde menos esperamos, através de pessoas que não deveriam se deixar usar como instrumentos de desânimo.

Essas situações são reais e perigosas. É um toque sutil, mas que tenta nos tirar completamente do centro da vontade de Deus. Se você é evangelista ou missionário transcultural, meu convite é para que você pare um instante e assista a este relato até o fim.

Gravei esse trecho em um momento comum do meu dia: levando meus filhos à escola. São 15 minutos de trajeto que transformo em oportunidade. Geralmente, a mensagem que Deus coloca no meu coração durante a meditação matinal queima tanto que preciso compartilhar com você enquanto dirijo.

Não digo isso apenas para que você veja o vídeo, mas porque a lição contida nele é uma das maiores que já recebi na vida. Tire um tempo para ouvir, absorver e proteger o que é mais precioso em você.

Cuide do seu coração com zelo e viva plenamente o propósito que o Senhor reservou para a sua caminhada.

Pense Nisso:

O inimigo conhece o propósito de Deus para sua vida e, por isso, ataca a sua base. Lembre-se: o que Deus falou sobre você vale mais do que qualquer crítica ou ataque.

“Acima de tudo o que se deve preservar, guarde o seu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Provérbios 4:23)

Assista o Video

Que tal embarcar nessa jornada missionária comigo? Quero te convidar a fazer parte ativa de tudo o que estamos construindo aqui.

Sua participação é o combustível para esse projeto! Você pode nos ajudar de três formas bem simples: inscrevendo-se no canal, interagindo nos comentários e, claro, somando forças ao compartilhar nossos vídeos com quem também ama missões.

Para este ano de 2026, meu desafio pessoal é postar um vídeo novo todos os dias! Nosso alvo é transformar este canal na maior biblioteca de conteúdo missionário possível, e a sua voz é fundamental nesse processo.

Tem alguma dúvida ou sugestão de tema? Deixe seu comentário! Sua pergunta pode virar o próximo vídeo e ser uma grande bênção para muita gente. Vamos juntos?

O segredo para não cansar no campo missionário

Sabe aquele segredo de bastidor que ninguém conta, mas que define se um projeto decola ou fica pelo caminho? Recentemente, em São Luís do Maranhão, caminhei com o irmão Rogério e gravamos algo que é puro “ouro” para quem ama missões.

Se você quer entender alguns pontos cruciais do desenvolvimento do projeto de missões no campo, você precisa conferir o que está no vídeo logo abaixo.

Passei alguns dias em São Luís acompanhando o trabalho incrível que o irmão Rogério desenvolve com o evangelismo local e o serviço de apoio aos evangelistas com os materiais impresso. Entre uma rua e outra, conversamos sobre o que realmente faz a engrenagem de missões girar: orientação divina, visão de trabalho, manutenção, voluntariado e desenvolvimento estratégico.

O vídeo acima de 38 minutos tem muita instrução prática ao desenvolvimento do projeto. Nele, abordamos sobre assuntos que, geralmente, ficam restritos apenas às conversas entre missionários. São pontos vitais que podem transformar o desenvolvimento do trabalho no campo.

O Rogério não é nenhum iniciante. Ele já está na estrada há mais de quatro anos no evangelismo com literatura e apoio local. Mas o grande “segredo” não foi o tempo de serviço, e sim o que ele aprendeu na prática: o esforço solitário tem um limite curto.

No começo, como muitos de nós, ele tentava fazer tudo com os próprios recursos, usando o próprio dinheiro, mas logo percebeu que o segredo do crescimento não é ser um super herói individual, mas saber envolver pessoas que abraçam a mesma visão.

Sabe por que muitos projetos missionários morrem cedo? Pela barreira da centralização. Começar com o que você tem no bolso é louvável, mas insistir em fazer tudo sozinho é limitar o avanço do Reino. Quando o projeto cresce, os custos sobem e a demanda aperta; se o missionário não tiver ajudadores, ele cansa, esgota e, infelizmente, para.

A obra de Deus não foi feita para ser um fardo pesado em um ombro só. Se a visão é grande, o time também precisa ser. Envolver parceiros e voluntários não é apenas estratégia de gestão, é maturidade espiritual. É entender que o Reino se constrói no coletivo.

Pr Peniel Dourado e irmão Rogerio no Maranhão

Assim, querido irmão, não deixe o seu chamado morrer no cansaço do isolamento. O Reino de Deus não precisa de super-heróis exaustos, mas de servos que saibam caminhar juntos. Como diz o livro de Provérbios:

“Onde não há conselho os projetos saem vãos, mas na multidão de conselheiros se estabelecem.” (Provérbios 15:22)

O seu desafio hoje é: quem você pode envolver para somar forças e trabalhar junto com você? Como o próprio Rogério destaca no vídeo, quem tenta fazer tudo sozinho acaba se desalinhando do propósito de Deus.

O Senhor nos dá a visão, mas Ele espera que saibamos compartilhar essa missão. Envolver outros não é apenas uma estratégia de gestão, é um princípio bíblico de corpo.

Assista ao vídeo e me conte nos comentários: qual desses pontos de bastidores mais chamou sua atenção? Se este conteúdo abriu seus olhos, não guarde para você. Compartilhe com quem também tem o coração ardendo por missões!

Lembre-se: “É melhor serem dois do que um… Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro” (Eclesiastes 4:9-10). O Reino não é feito de heróis solitários, mas de servos que caminham juntos.

A Palavra Chegando Onde Eu Jamais Pisarei

Amado irmão, já parou para pensar no poder de uma Palavra de Deus escrita? O que vou te contar agora é a jornada de como uma promessa dada por Deus, feita no meio do sufoco financeiro no campo de missões, nos levou a espalhar a Palavra de Deus escrita em lugares que eu, literalmente, jamais pisarei.


A Promessa em Meio à Crise

Guardo uma palavra no coração, uma promessa que o Senhor me fez lá em 2013. Eu não esqueço a data, porque foi um período de luta financeira intensa.

O número de evangelistas crescia, mas a nossa condição para dar suporte diminuía. Eu precisava de mais material impresso, mas via pastores me ligando para dizer: “Não vamos mais conseguir ajudar.” Alguns, que já apoiavam há tempos, mudavam o foco. Outros, simplesmente, diziam que o caixa de missões estava apertado e nosso projeto foi cortado.

Com o missionário Hudney e Simone em nossa Base de Apoio em Bolívia (2013)

Enquanto eu perdia apoio financeiro, mais e mais evangelistas batiam à porta, pedindo ajuda. Recebíamos apelos da Bolívia, de vários cantos, e eu estava sem condições de fazer mais. Minhas contas estavam apertadas – água e luz atrasadas. Eu, sinceramente, não sabia de onde viria o recurso.

Então, o que fiz? O único caminho: tirei tempo para orar e entreguei tudo nas mãos do Senhor.

No auge dessa dificuldade, recebi um convite para visitar uma base de missões. Lá, Deus usou uma missionária de forma surpreendente. Ela veio até mim e me deu uma palavra clara: “Você vai continuar com esse trabalho e fará a Palavra chegar a lugares onde os teus pés jamais vão pisar.

Voltei para casa com aquela palavra martelando em meu coração. Nós costumamos pensar que a Palavra é levada pelos nossos próprios lábios, pela nossa voz. Mas o Espírito Santo estava me mostrando algo diferente: a Palavra que eu faria chegar em outros lugares era a Palavra Escrita. O material impresso com a mensagem do Evangelho.

Pastor Peniel e irmão Pedro. Santa Cruz de la Sierra, Bolívia (2013)

Fiquei meditando no poder da Palavra de Deus impressa. Deus estava usando aquela mulher para me dizer que a Palavra escrita alcançaria lugares onde eu nunca teria a chance de ir. Milhares de vidas seriam alcançadas.

Pouco tempo depois, a confirmação veio de forma impressionante. Um pastor boliviano veio até minha casa buscar materiais. Entreguei algumas caixas, oramos juntos, e durante a oração, Deus usou aquele homem para me trazer exatamente a mesma palavra: “Você fará a Palavra de Deus chegar a lugares em que os teus pés jamais vão pisar.

Isso aconteceu em menos de uma semana! Primeiro, uma missionária brasileira. Depois, um pastor boliviano. Uma prova inegável de que Deus estava por trás de tudo isso.

Hoje, a promessa é uma realidade viva. Todas as manhãs, abro meu WhatsApp e recebo mensagens de irmãos que trabalham no Brasil, na Bolívia, no Peru. Eles citam nomes de cidades que eu nem conheço. Por curiosidade, eu as procuro no Google Maps. São povoados em estradas desconhecidas. Lugares que, realisticamente, eu jamais visitaria. Mas os evangelistas estão lá, e a Palavra de Deus está sendo derramada.

La Paz, Bolívia

Ano passado, fiz uma viagem pelo Nordeste. Passando por uma pequena cidade do interior da Bahia. Liguei para o Assis que lidera o serviço de apoio aos evangelistas na região nordeste se o material havia chegado naquele lugar. Ele confirmou: “Sim! Enviamos caixas, e os irmãos estão indo casa por casa, visitando hospitais.”

Olhar para aquele povoado e saber que, através do nosso trabalho, a Palavra de Deus havia chegado ali foi uma alegria indescritível. Naquele momento, eu estava pisando na cidade onde através do Programa de Apoio Evangelístico a Palavra de Deus escrita havia chegado, mas a promessa de 2013 se cumpria em muitas outras regiões: fazemos a Palavra chegar onde, na maioria das vezes, nossos pés não podem ir.

Estamos vivendo um tempo de crescimento incrível. Em 2025, Aracaju recebeu 30 toneladas de material impresso. Trinta toneladas da Palavra de Deus que colocamos nas mãos dos evangelistas. Eles levam para hospitais, presídios, povoados e vilas. A Palavra está chegando em inúmeros lugares onde, eu repito, meus pés jamais pisarão.

Estamos também expandindo a base em São Luís do Maranhão, com o irmão Rogério. O projeto, que era focado na capital, agora se volta para o estado, e nosso foco é ainda maior: alcançar o Piauí e o Pará. Queremos enviar o material via Belém do Pará, usando os barcos para alcançar milhares de pessoas nas comunidades ribeirinhas do Rio Amazonas.

30 toneladas que chegaram em Aracaju este ano 2025

Por que tudo isso está acontecendo? Por que conseguimos fazer um trabalho tão grande? Não é por causa da nossa capacidade, nem porque eu sou especial, ou os irmãos Assis em Aracaju, Rogério no Maranhão ou o irmão Nigel na Bolívia são super-heróis.

A verdade é que só conseguimos avançar porque o Senhor falou que seria feito. Empresários se prontificam a ajudar com caminhões e veículos, e as portas se abrem porque esta obra não é nossa, ela pertence ao Senhor.

Nós agimos por fé. Se Deus abre a porta, nós entramos. Se a porta está fechada, nós esperamos. A obra segue, mesmo com as lutas financeiras ou a impossibilidade de eu viajar, pagar um frete ou documentações. Não paramos por causa da dificuldade, mas apenas esperamos Deus abrir as portas.


A obra continua avançando, e o que nos sustenta é a Palavra que o Senhor Jesus nos tem dada. É pelo poder da Palavra que chegamos até aqui e seguiremos avançando.

“Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.” (Zacarias 4:6)

Que esta palavra inunde seu coração a ver o impossível se tornar real em sua vida através do poder do Espírito de Deus. Ouse crer no que o Senhor disse. Se ELE falou, então vai se cumprir. Se Ele disse que faria algo por você e através de você, então creia que no tempo de Deus o cumprimento virá.

Vídeo Sobre Missões

Abaixo eu deixo um vídeo postado hoje em nosso canal no Youtube onde eu mostro um pouco de nossa viagem de Campo Grande a cidade de São Luis do Maranhão.

Assista, se inscreva no canal e compartilhe com outros que amam o serviço de missões

Faça parte desta missão! Seja um membro do nosso canal. Você sendo membro do canal você estará somando forças conosco e nos ajudando a desenvolver a obra de Deus.

Que Deus te abençoe!

Missão Inacabada: Por Que Deus Vê o Mundo em Povos?

Hoje eu quero falar sobre uma verdade que queima meu coração: a missão de Deus ainda não terminou. O Senhor nos deu um privilégio enorme – e uma responsabilidade séria – de participar da obra mais importante do universo: levar o Evangelho até os confins da terra.

Pense comigo na declaração direta de Jesus:

“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. E então virá o fim.” (Mateus 24:14)

Isso é poderoso! A volta de Jesus está diretamente ligada à pregação entre todos os povos, especialmente aqueles que ainda não ouviram o nome de Cristo. Temos um papel ativo na história da redenção.

Família missionária: Pr Peniel, Mina, Deborah (18) e Samuel (10)

Deus Criou a Diversidade para Ser Adorado

Quando olhamos o mundo, vemos a explosão de raças, culturas, línguas e povos. Essa diversidade não é acaso, é criação de Deus.

“De um só fez toda a raça dos homens para habitar sobre toda a face da terra.” (Atos 17:26)

Deus ama cada povo e Ele quer ser adorado por cada cultura, em cada idioma e por cada família da terra. O plano de redenção não é um “apagamento” cultural, mas a transformação e a redenção de cada cultura para a glória de Cristo.

No Céu, a imagem não será de uniformidade, mas de diversidade glorificada: “…de todas as tribos, línguas, povos e nações.” (Apocalipse 5:9) A missão visa reproduzir o Céu na Terra!

A Unidade da Igreja É Espiritual, Não Cultural

A nossa união na Igreja não é baseada em aparência, sotaque ou hábitos. Nossa verdadeira unidade está no Espírito Santo, em Cristo.

“Há um só corpo e um só Espírito.” (Efésios 4:4)

A igreja local erra muitas vezes ao tentar forçar o missionário transcultural a ser idêntico a nós, ou ao exigir que o novo convertido nativo se adapte aos padrões culturais do missionário.

Mas Deus levanta pessoas diversas, de origens e sotaques variados – e Ele usa a todas! O próprio Deus não apenas usa qualquer cultura, mas reconhece e valoriza a diversidade cultural.

Essa diversidade deve ser igualmente valorizada por quem se dirige ao campo de missões.

A missão não é um esforço para tornar o mundo igual à nossa cultura, mas sim para tornar Cristo conhecido em cada cultura.

Evangelismo Exige Sensibilidade e Aculturação

Se ignorarmos as barreiras culturais, sociais e linguísticas, simplesmente não alcançaremos todos os povos.

E quem é nosso maior exemplo de sensibilidade? Jesus!

Ele atravessou a distância cultural mais profunda que existe: deixou o Céu, assumiu forma humana, falou nossa língua, viveu entre nós. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.” (João 1:14).

Se o próprio Cristo fez essa jornada de encarnação, como nós não atravessaríamos as barreiras geográficas, sociais e culturais para alcançar outros?

Uma irmã da etinia aymara de Bolívia levando a Palavra de Deus ao povo local

A Missão É Entre Povos (Ethne), Não Apenas Países

Deus não vê o mundo dividido por fronteiras políticas como nós vemos. Ele vê povos e grupos étnicos.

Países com muitas igrejas ainda têm povos não alcançados dentro de suas fronteiras – e isso inclui o Brasil! Por isso, o mandato de Jesus é específico:

“Ide e fazei discípulos de todas as nações.” (Mateus 28:19)

A palavra “nações” aqui é a grega ethne: grupos étnicos ou povos. A missão não acaba quando pregamos em um país; ela só se aproxima do fim quando cada etnia tem acesso à Palavra e à Salvação.

Precisamos amar, aprender, ouvir e servir. O Apóstolo Paulo resumiu o que significa adaptação missionária: “Fiz-me tudo para com todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (1 Coríntios 9:22). Missão é dependência total do Espírito Santo, vestida com a roupa da adaptação e da humildade.

O desafio aumenta muito conforme a distância cultural. Ir para outro país, idioma e cultura é um chamado para a humildade radical.

Deus Está Levantando Enviados Transculturais

Sim, ainda hoje o Senhor chama e está levantando homens e mulheres para ir onde ninguém foi. Pessoas dispostas a abandonar o conforto, aprender línguas difíceis, amar culturas estranhas e pregar onde Cristo ainda não foi anunciado.

O chamado também é feito para o alcance de povos dentro de nossa própria cidade ou estado. O serviço de Missões Urbanas no alvo do alcance de povos fora do nossa ambiente cultural, mas que estão dentro de nossas cidades é extremamente importante.

A Bíblia nos questiona: “Como ouvirão, se não há quem pregue?” (Romanos 10:14). O mundo precisa de missionários. A igreja tem a responsabilidade de treinar, enviar e sustentar esses trabalhadores.

Uma irmã evangelista preparando-se para a distribuição da Palavra de Deus escrita na região alta de Bolívia

A Missão É Sua Responsabilidade

Amado irmão, amada irmã, a missão é urgente e ela continua. Neste exato momento que você lê este post existem povos sem Bíblia, sem igreja, sem pregador, sem esperança. E Deus nos chama para a responsabilidade em quatro frentes:

  1. Orar (pela colheita)
  2. Sustentar (o trabalhador)
  3. Enviar (quem Ele levantar)
  4. E, se Deus mandar, Ir!

Jesus nos deu a autoridade e o modelo: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.” (João 20:21). Não podemos descansar enquanto houver povos sem Cristo. A tarefa é grande, mas Aquele que nos chama é fiel para completá-la.


Desafio Prático

Adote um Povo Não Alcançado (PNA) ou Menos Alcançado (PMA). Use sites missionários para pesquisar um grupo étnico que ainda não tenha o Evangelho e comprometa-se a orar por ele todos os dias por pelo menos um mês. Sua oração move os céus!

Oração: Senhor, dá-nos olhos para ver o mundo como Tu vês: um campo de colheita urgente. Acende em nós paixão pelos povos não alcançados. Envia trabalhadores, sustenta missionários e usa a nossa vida para cumprir o Teu Reino. Em nome de Jesus, amém.

A Visão Que Vai Além do Mapa: Olhe as almas!

Quando você pensa em “missões”, o que vem à sua cabeça? Provavelmente, um mapa com pontos vermelhos e linhas de fronteira, certo? É natural. Vivemos olhando para o mundo através de mapas políticos, divisões geográficas e aquelas estatísticas que mostram onde o Evangelho já chegou.

Mas, preciso te dizer: essa não é a perspectiva de Deus!

O princípio que rege a missão é fundamental e totalmente diferente: Deus olha o mundo com um amor apaixonado pelos povos!

Peniel N Dourado nos Andes de Bolívia

O Amor Maior Que Todas as Fronteiras

O que move o coração do Pai não são os traços que desenhamos no papel. É a alma de cada ser humano. O Seu amor é a motivação máxima de toda a história, como lemos em João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira...” Esse amor é dirigido a cada pessoa, criada por Ele em sua singularidade.

É esse amor que revela um contraste que precisa nos chocar: por um lado, temos nações e grupos onde a Igreja floresce; por outro, temos grupos de pessoas inteiros — centenas, às vezes milhares — que vivem sem nenhuma luz da Salvação.

Nosso chamado é claro, direto e inadiável. Como embaixadores de Cristo, nossa missão é ir a esses lugares! Fomos ordenados por Ele: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15). A ordem é sair!

A Beleza da Diversidade Criada

Olhe ao redor: Deus é o maior celebrador da diversidade. Ele nos fez únicos e não nos chamou para sermos cópias uns dos outros. Ele nos chamou para sermos d’Ele, com nossas culturas, línguas e identidades distintas. Desde Gênesis 9:1, o plano sempre foi que a Sua glória enchesse a Terra, sendo refletida em cada etnia.

Porém, essa visão gloriosa sempre teve um obstáculo.

O Perigo das “Missões Fáceis”

A ironia da história de Babel é que o povo quis criar um projeto humano, centrado no homem, para evitar a dispersão (Gênesis 11:4).

Infelizmente, esse mesmo “espírito de conforto” tenta hoje nos convencer a fazer missões “sem cruz”. Queremos o resultado sem o sacrifício, sem a dolorosa, mas necessária, renúncia de descer à cultura do outro. É o desejo de levar o Evangelho sem nos envolvermos de verdade com a realidade e a língua do próximo.

Mas o Evangelho da Glória exige que o povo de Deus atravesse fronteiras.

Jesus, O Maior Missionário da História

O nosso modelo é perfeito: Jesus! Ele não nos enviou a mensagem por um emissário distante. O próprio Deus deixou a glória do Céu e Se encarnou. Ele Se fez homem, falou a nossa língua e viveu a nossa experiência humana. Que exemplo de sacrifício e de penetração cultural!

Seguindo Seu exemplo, o Apóstolo Paulo cruzou incansavelmente culturas e línguas, declarando que se fez “tudo para todos, para por todos os meios salvar alguns” (1 Coríntios 9:22).

Nosso chamado é o mesmo. Temos que cruzar fronteiras. Não apenas as linhas visíveis do mapa, mas as invisíveis: as barreiras de preconceito, de conforto e, principalmente, de comodidade. Precisamos levar a mensagem da cruz, que pode parecer loucura para alguns, mas é o poder de Deus para nós (1 Coríntios 1:18).

Seu Próximo Passo: Um Olhar de Envio

Que o amor de Deus pelos povos inspire você a ir além do mapa e focar no Seu coração! Não fique apenas na teoria.

A questão central não é mais: “Será que ainda há povos não alcançados?”

A pergunta que ecoa em nosso espírito e exige uma resposta de ação é: “Quem Deus quer enviar através de mim?”

Você já conhece o mapa; agora, comprometa-se com o coração Dele.


Desafio Prático: Identifique uma barreira (seja ela cultural, social ou pessoal) que tem te impedido de compartilhar o Evangelho ativamente. Ore e trace um plano prático para começar a derrubá-la nesta semana, lembrando-se de que a ordem é “Ide”.

Evangelismo na Bolívia: Levando a Palavra ao Povo

Quando penso no Programa de Apoio Evangelístico, meu coração se enche de gratidão por ver o desenvolvimento deste trabalho. Em Santa Cruz de la Sierra, o calor da cidade se mistura com o calor das necessidades do evangelho, vemos o quanto é urgente levar a Palavra de Deus ao povo de forma simples, direta e no mover do Espírito de Deus

Nos Pontos de Apoio, onde é distribuído gratuitamente materiais evangelísticos, sempre percebo algo especial: cada livreto, cada folheto é como uma semente no coração do pecador. E quando a porta do coração se abre, o Espírito Santo faz o que só Ele pode fazer.

É impressionante ver como, no meio da correria das feiras e mercados, o evangelismo encontra espaço. Enquanto alguns passam apressados, outros param, leem, perguntam… e ali mesmo, entre barracas e vendedores, Deus alcança vidas com a mensagem de salvação.

Finalizo com uma verdade que carrego no coração: o missionário não leva apenas papel; ele leva eternidade. Como diz Isaías 55:11, “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.”