No ano de 1994 eu morei na cidade de Missão Velha no Ceará. Lembro de dois jovens que vieram de São Paulo para fazer missões no nordeste brasileiro. As barreiras culturais eram gigantes e a cultura do sertão não perdoava e problemas no relacionamento logo surgiram
Existia boa vontade, amor pelas almas, mas a missão sertão exigia muito mais que boa vontade. Para ter êxito no relacionamento com o nordestino era necessário o mínimo de preparação, conhecimento prévio o campo missionário e conhecer um pouco do como vivem as pessoas no sertão nordestino
Bem, um dos jovens conseguiu adaptar-se, mas o outro não. O choque cultural foi grande, chegou a ser ridicularizado e o trabalho missionário chegou ao final. Voltou a São Paulo seguir sua vida e eu nunca mais tive notícias daquele jovem.
O outro conseguiu adaptar-se e gerar relacionamento. Começou a desenvolver o trabalho missionário no sertão Brasil, venceu a barreira cultural existente no nordeste brasileiro e obteve o resultado de impactar vida.
E por que estou contando esta história aqui? A razão é que mesmo dentro do Brasil para enfrentar um outro ambiente cultural é necessário uma preparação previa. Caso contrário o fim da missão, mesmo sendo no nordeste brasileiro, será iminente.
Abaixo eu deixo um vídeo onde eu falo um pouco sobre sobre a necessidade da preparação ao serviço de missões no nordeste do Brasil
Depois de sentir o chamado para missões, a próxima etapa pode parecer um pouco complexa, especialmente se o Senhor te convida a ir além das fronteiras do nosso país. Ser um missionário transcultural é uma jornada única, que exige mais do que apenas um coração disposto; exige um preparo específico para navegar em uma nova cultura, idioma e realidade.
Eu sei bem como é essa experiência. Estar em um campo missionário diferente do seu país de origem te leva a um novo nível de dependência de Deus. É um processo de aprendizado contínuo, onde o amor de Cristo se manifesta de formas que você jamais imaginou.
O que é Missão Transcultural?
A missão transcultural é o trabalho de levar o evangelho a uma cultura diferente da sua, atravessando barreiras geográficas, linguísticas e sociais. Não é apenas pregar; é se inserir, aprender e amar um povo de uma maneira que faça sentido para eles. É viver a Grande Comissão, sabendo que a salvação é para “toda tribo, língua, povo e nação” (Apocalipse 7:9).
O Preparo que vai Além do Espírito
Ser um missionário transcultural envolve uma preparação que vai além da fé. É crucial se preparar para os desafios práticos do dia a dia.
Aprendizado Cultural e Linguístico: A primeira e principal tarefa é aprender. Dominar o idioma e entender os costumes locais são essenciais para construir pontes e relacionamentos. Uma palavra fora de contexto ou um gesto mal interpretado pode prejudicar a sua missão.
Adaptação e Resiliência: Você enfrentará o que chamamos de “choque cultural”. Coisas simples, como alimentação, transporte e comunicação, serão diferentes. É preciso ter resiliência para se adaptar e perseverar, sabendo que Deus está no controle de tudo.
Cuidado Pessoal e Relacional: O isolamento e o estresse do campo são reais. É vital cuidar da sua saúde física, emocional e espiritual. Manter relacionamentos saudáveis com outros missionários e com a sua família no Brasil é crucial para a sua longevidade na missão.
O Papel de uma Agência Missionária
É por isso que uma agência como o Programa de Apoio Evangelístico é tão importante. A missão transcultural não é uma jornada solo. Uma agência séria oferece:
Orientação e Treinamento: Preparo específico para a cultura e para os desafios do país de destino.
Suporte Burocrático: Ajuda com vistos, documentação e legalização no país.
Apoio Contínuo: Uma rede de suporte para lidar com desafios, crises e para te ajudar a manter o foco na missão.
Se você sente que o Senhor te chama para ser um missionário transcultural, não espere. Ore, converse com sua liderança e busque uma agência que possa te guiar. O campo está clamando por mais trabalhadores dispostos a ir.
Quer saber como o Programa de Apoio Evangelístico pode te ajudar a se preparar e ir para o campo transcultural? Clique aqui e comece a sua jornada!
Etnia é um assunto de extrema importância para quem deseja fazer missões. Mas, infelizmente, muitas igrejas que apoiam ou enviam missionários quase nunca tratam desse tema. Pela falta de vivência no campo, elas não preparam seus obreiros para alcançar diferentes grupos étnicos. Em muitas conferências missionárias, esse assunto nem sequer aparece — e isso afeta diretamente os resultados da obra missionária a longo prazo.
Eu cresci envolvido com missões e, mesmo assim, quase não ouvia ninguém falar sobre etnias. Lembro de um grupo da Jocum que visitou nossa igreja e tocou nesse tema com entusiasmo, mas sem aprofundamento. A verdade é que falar de etnias acaba confrontando a visão tradicional de “ir às nações”, como se o termo “nações” fosse apenas político e geográfico.
Hoje eu entendo que, infelizmente, esse confronto gera debates desnecessários dentro da igreja. E digo “desnecessários” porque raramente esses debates têm a intenção de estudar o assunto. Muitas vezes são apenas discussões superficiais que não geram transformação nem preparo.
Aprendendo com os erros no campo
Se você está lendo até aqui, acredito que você tem sede de aprender. E quero deixar claro: eu não tenho todas as respostas. Continuo estudando e aprendendo todos os dias, com livros, sites, blogs, vídeos, conversas com outros missionários… E muito do que sei hoje nasceu dos problemas que enfrentei aqui na Bolívia.
Sim, eu cometi muitos erros. Fiz escolhas equivocadas por não entender bem o campo onde estava. E quando um missionário erra, ele precisa parar, refazer passos, consertar rotas — e às vezes o dano é tão grande que afeta toda a equipe e até o futuro do projeto. Há casos de ministérios que chegaram ao fim não porque o tempo acabou, mas porque faltou sabedoria e preparo.
E isso é sério: recursos, ofertas e anos de esforço de igrejas e voluntários acabam sendo desperdiçados. E mais: isso pode se tornar um caso de negligência diante de Deus. Afinal, a responsabilidade que carregamos como enviados do Senhor é enorme (1 Coríntios 4:2).
A ordem de Jesus não foi ir às “nações” como entendemos hoje
Se você fizer uma rápida pesquisa, verá que o conceito moderno de “nação” surgiu no século XVI. Ou seja, Jesus não nos mandou ir aos Estados modernos, mas sim aos grupos étnicos. Em Mateus 28:19, quando Ele diz: “Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações…”, o termo original em grego é ethnos, que significa etnia.
Naquela época, era inconcebível para um judeu se misturar com outros povos. Os gentios só podiam se aproximar mediante um sistema de regras. Mas Jesus quebra esse padrão. A ordem é clara: ir até eles, sem exigir que eles venham até nós ou que se adaptem primeiro à nossa cultura.
Quem deve mudar sou eu
Por isso, o verdadeiro evangelista intercultural entende que quem deve se adaptar é ele. Paulo resumiu isso dizendo: “Fiz-me tudo para com todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns” (1 Coríntios 9:22). Esse é o coração da missão: amar, servir e aprender a cultura do outro, com humildade e disposição.
A missão da igreja é centrífuga, não centrípeta
Já escrevi antes sobre isso. A missão da igreja deve ser centrífuga: um movimento de dentro para fora. Quanto mais cheia do Espírito, mais ela se move para alcançar os de fora — os esquecidos, os que nunca ouviram, os povos não alcançados.
Peniel N Dourado
Mas quando a igreja está dominada por religiosidade, seu movimento se torna centrípeto: tudo gira em torno de si mesma. Israel, no Antigo Testamento, tinha essa postura. Deus atraía os povos a Israel, mas agora, com o envio do Espírito Santo em Atos 1:8, a ordem é clara: “serão minhas testemunhas… até os confins da terra.”
A igreja não pode mais ficar esperando. Se não estamos indo, devemos estar enviando.
Etnias estão por toda parte
Quando falamos em “ir às nações”, precisamos lembrar: estamos falando de etnias, não apenas países. E elas estão tanto fora como dentro do nosso território. Muitas vezes o campo está ao nosso lado — um povo indígena, uma comunidade de imigrantes, um grupo isolado na cidade. E se não formos com sensibilidade e preparo, falharemos em apresentar Cristo com eficácia.
Uma convocação para aprender e compartilhar
Eu editei um vídeo que está logo abaixo para te ajudar a aprofundar nesse tema. Assista com atenção. A falta de compreensão sobre etnias tem travado o avanço de muitas frentes missionárias. E isso pode mudar — se você se dispuser a aprender e a ensinar outros.
Meu objetivo aqui não é gerar polêmica, mas trazer clareza. Se este conteúdo te ajudou, compartilhe. Queremos ver mais missionários capacitados, preparados, conscientes da missão que o Senhor nos confiou.
Quando falamos de fazer missões quase não se fala em preparação e desta forma muitos vão sem uma devida preparação para chegar ao campo de missões. Não se preparam para chegar no campo, não se preparam para a manutenção pessoal e do projeto, não se preparam para o desenvolvimento do projeto e muitos outros pontos importantes.
Mas, o que realmente o missionário precisa saber? Em primeiro lugar o missionário deve saber ouvir a voz de Deus. Se ele não tem um relacionamento pessoal com o Senhor Jesus o seu próprio chamado a missões será falho. Assim, a vivência com o Senhor é indispensável para qualquer um que deseja fazer a obra em missões.
O missionário deve saber adaptar-se às culturas e aos ambientes, descobrindo o valor dos nativos, a cultura, como estão vendo o mundo sem sentir-se superior aos demais e etc. É importante ao missionário ter convicções profundas, sem contudo ser o dono da verdade. A Palavra de Deus sempre deverá ser o ponto central de todo argumento
O missionário precisa acreditar numa cultura que considera o nativo importante. Ele deve saber amar o nativo e ter a consciência que foi enviado ao campo para levar a Palavra de vida aquelas pessoas. Desta forma ele aprende a valorizar a presença de cada pessoa. A convivência com o povo é a sua escola de missão maior onde deverá colocar em prática o que tem aprendido, sua vida cristã e obter o verdadeiro crescimento quanto a vida em missões.
O missionário não pode viver à margem dos problemas do povo local. Também não pode pensar que será aquele que supre todas as coisas. Em momentos de dificuldade o equilíbrio é muito importante.
Em plena consciência do chamado o missionário sabe aguentar os momentos difíceis, sem desistir. Sabe que se está no campo foi porque o Senhor o colocou ali e esta convicção deve ser inabalável.
Mas, o que mais o missionário precisa saber? Eu poderia continuar falando por muito mais tempo sobre este tão importante assunto. Só não esqueça do primeiro ponto: O missionário precisa saber ouvir a voz de Deus
Mas eu vou deixar alguns links logo abaixo onde você crescerá quanto a vida em missões. O primeiro link é para você fazer o cadastro do seu e-mail. Toda segunda eu envio um e-mail com dicas preciosas sobre a vida em missões. Os demais links são listas de vídeos que estão em meu canal com assuntos que eu creio ser de extrema importância para quem deseja fazer missões.
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Nosso desejo é que você faça o serviço de missões da melhor força possível. Cresça no conhecimento, busque a presença do Senhor e saiba que Deus ama o serviço de missões.
A ordem de Jesus é para as etnias, não para os países
Na Grande Comissão está clara a ordem de evangelizar todas as etnias. Jesus nunca falou em evangelizar nações no sentido político, como hoje entendemos. A expressão usada por Cristo em Mateus 28:19 é “panta ta ethné”, que significa literalmente “todos os povos” ou “todas as etnias”.
O desejo de Jesus sempre foi que o mundo fosse alcançado pelo evangelho, e o caminho apontado por Ele foi através das etnias, não dos países delimitados por fronteiras modernas.
A Igreja Primitiva também enfrentou dificuldades culturais
Jesus enviou Sua Igreja para fazer discípulos entre todas as etnias. Mas essa ordem foi dada a um povo acostumado a se fechar em sua própria cultura: os judeus. Isso tornou a missão um grande desafio.
Peniel N Dourado
A Igreja Primitiva demorou cerca de dez anos trabalhando quase exclusivamente entre os judeus. Foi necessário o Espírito Santo intervir diretamente, revelando ao apóstolo Pedro que o evangelho também era para os gentios (Atos 10). Mesmo assim, Pedro teve dificuldade em sair do círculo cultural.
Neste contexto, Deus levantou o apóstolo Paulo – alguém preparado e disposto a alcançar os outros povos. A missão não podia parar (Atos 13:2-3).
A confusão entre etnias e nações políticas
Hoje, muitos ainda têm dificuldade em cumprir a missão, porque pensam em termos políticos: países, bandeiras e governos. Quando olhamos o mapa-múndi, vemos nações, mas quando Deus olha, Ele vê etnias.
Falar de “missões” virou sinônimo de “ir a uma nação”, em vez de “alcançar um povo específico”. Fala-se de abrir igrejas em outros países, mas raramente se pensa em formar obreiros nativos entre um grupo étnico.
Etnias são parte do plano original de Deus
O conceito de “nação” como conhecemos surgiu no século XVI, mas as etnias sempre existiram. Elas fazem parte da criação divina. O plano de Deus sempre foi multietnico.
Por isso, a Grande Comissão diz:
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações (etnias)…” (Mateus 28:19)
E o próprio Jesus afirma:
“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações (etnias). E então virá o fim.” (Mateus 24:14)
O risco de uma igreja presa à estrutura do Estado
Muitas igrejas estão presas ao sistema político, funcionando mais como empresas legalizadas do que como o Corpo vivo de Cristo. A liderança muitas vezes diz: “Não podemos fazer isso porque são as leis da nação.” Mas a Igreja não pode ser limitada pelas fronteiras humanas.
Jesus disse:
“Aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.” (João 3:3)
É possível existir uma “empresa-igreja” reconhecida pelo governo, mas isso não é sinônimo de Reino de Deus. Só quem nasce da água e do Espírito entra nesse Reino (João 3:5).
Peniel N Dourado
A missão é com as etnias, não com os governos
O verdadeiro missionário é enviado para testemunhar entre as etnias, gerar transformação pela cultura do Reino e formar discípulos. A Igreja de Cristo nasce, cresce e se multiplica entre os povos, não entre os estados nacionais.
Se a Igreja cresce apenas dentro das exigências políticas de uma nação, ela se torna refém da cultura dominante e perde sua identidade. Por isso, precisamos voltar ao plano original: discipular etnias.
Um alerta para a igreja moderna
É duro dizer, mas muitos projetos missionários estão sendo tomados por interesses humanos, naturais e carnais. Por quê? Porque ignoram a ordem de Jesus.
A Igreja continua se preparando para ir às nações políticas, quando o chamado de Jesus foi para ir às etnias.
“E sereis minhas testemunhas… até os confins da terra.” (Atos 1:8)
Região Aymara no Altiplano da Bolívia
Nosso trabalho missionário entre os povos Aymaras é um exemplo de como alcançar etnias é diferente de simplesmente plantar igrejas em um país. Cada povo tem sua cultura, idioma, costumes e forma única de receber o evangelho.
Mas, por que estudar a cultura? O objetivo do missionário é transmitir o evangelho, a Palavra de Deus, o plano de salvação e conhecendo a cultura a possibilidade de uma melhor comunicação será possível dando maior oportunidade de comunicar o Evangelho de forma concreta ao coração daquele que nos ouve.
Todo povo, todo grupo étnico tem suas perguntas sobre a vida, o futuro, certo e errado e o estudo da cultura te permite entrar neste universo, compreender as perguntas que o povo traz e buscar apresentar resposta dentro do conhecimento bíblico na linguagem cultural que eles mesmo possam compreender.
Por causa do pecado o homem tornou-se egoísta e egocêntrico. Tudo deve está ao seu redor convergindo para ele mesmo. Com isso a comunicação também se corrompeu e torna-se um desafio para todos. A comunidade a ser alcançada está fechada dentro de um sistema cultural e o missionário vem de um outro sistema. O rompimento dessas barreiras é o que chamamos de Missões Transculturais onde o evangelista transcultural, ou seja, o missionário, deve romper barreiras com o objetivo de anunciar Cristo Jesus aos povos.
Aprender é ganhar tempo. Você pode ir ao campo sem saber e ter que aprender para começar a fazer. Você pode ir ao campo sem saber e errar muito gerando problemas que levarão muitos anos, recursos dos caixas de missões que agora estão sendo empregados de forma a corrigir erros que poderiam ser evitados, ou você pode aprender e evitar gastar tempo e recursos.
Assim, se você deseja ir ao campo busque pesquisar, saber, aprender, pois com certeza sua vida, seu ministério terão bons resultados.
Compartilho um vídeo onde falo sobre o assunto. Dou alguns exemplos práticos de nossa vivência no campo de missões. Espero que você assista e nos ajude compartilhando.
QUER APRENDER MAIS SOBRE MISSÕES
Toda segunda feira eu envio por e-mails informações preciosas sobre a vida prática em missões, desde o período de preparação, os primeiros dias em campo, o que deve priorizar, os cuidados que deve ter e etc.
Também enviamos nossos informativos do projeto que desenvolvemos que se chama Programa de Apoio Evangelístico.
Para receber nossos e-mails sobre missões e informativos basta você fazer seu cadastro GRÁTIS.
Eu quero direcionar este post aos que desejam muito fazer missões, mas acreditam que não tem idade suficiente para ser um missionário. Bem, quem sabe você não tenha idade para assumir um projeto, sair do país para desenvolver o trabalho missionário fora da fronteira política do Brasil ou mesmo desenvolver o trabalho de missões dentro do território brasileiro, mas isso não quer dizer que você não faça missões.
Se você ler nossas postagens e assiste meus vídeos certamente você já me ouviu falando que missões é como uma corda de duas pontas. Eu gosto muito dessa analogia, pois quando adolescente me ajudou muito compreender o que eu poderia fazer naquela época e hoje fazer o mesmo para ajudar adolescentes o compreender que, sim, mesmo sendo adolescente você pode fazer missões.
No vídeo de hoje eu vou responder uma pergunta que um irmão me fez sobre este assunto e aproveito para contar um pouco de minha história em relação ao serviço de missões quanto ainda eu era adolescente. Espero que possa trazer edificação a sua vida.
Quero te animar a se inscrever em nosso canal. Postamos vários vídeos durante a semana e neste exato momento que escrevo este post estamos postando um vídeo de segunda a sexta respondendo perguntas quanto ao serviço de missões. Mas o vídeo que eu gosto de dar mais ênfase são os vlogs postados aos sábados.
Assim, se inscreve no canal, acompanha as postagens e nos ajuda compartilhando.
Vamos ao vídeos de hoje….
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Periodicamente estou enviando informações por e-mail com super dicas quanto a vida prática em missões. Para receber nossos e-mail basta cadastrar o e-mail que você mais utiliza. O CADASTRO É GRÁTIS!!
“Pastor Peniel Dourado, eu não faço missões porque minha igreja não faz culto de missões“. Aparentemente até parece uma boa justificativa, mas não é.
A chamada ao serviço de missões é individual. A ordem ao evangelismo é individual e não de forma coletiva. A responsabilidade quanto a levar o evangelho é, primeiramente, individual e não coletiva. Um congregação obtendo a consciência da responsabilidade do serviço evangelístico mediante o conhecimento das Escrituras com certeza fica mais fácil trabalhar com o coletivo.
De igual forma uma igreja tendo a consciência da responsabilidade de está presente no campo de missões fica mais fácil uma secretaria de missões trabalhar com este igreja quanto ao serviço de missões.
Agora, se não existe a consciência coletiva quanto ao evangelismo sobre mim ainda recai a responsabilidade de se levar o evangelho aos pecadores. E se não existe a consciência coletiva de se fazer missões também sobre mim está a responsabilidade do avançar em campos de missões.
Mas, se minha igreja não faz missões como eu posso fazer? Espero que você assista o vídeo que deixo logo abaixo onde estarei abordando este assunto.
Nossos Vídeos sobre Missões
O nosso canal no Youtube é dedicado a transmitir o conhecimento de missões. Te convido a se inscrever e a passar a seguir nosssas postagens também no Youtube
Antes de mais nada eu defendo fielmente o pensamento que alguém pode fazer missões sem frequentar uma escola de missões. Se eu disser outra coisa certamente estaria equivocado, pois o serviço de missões é um serviço espiritual e deve ser desenvolvido espiritualmente.
Ao mesmo tempo animo qualquer um a participar de uma escola ou curso missionário. Na escola você conhece mais a vida missionária, aprende erros e acertos cometidos no campo e aprender sobre missões é como afiar sua ferramenta para utilizar em campo.
Uma escola de missões geralmente envolve pessoas diferentes para as mais diversas atividades evangelísticas e isso é muito importante para o seu crescimento. Em sua igreja local é comum métodos e práticas uniformes e você juntar-se com irmãos em Cristo os quais têm criação espiritual tão diferente de você com certeza será um grande benção ao seu crescimento.
Também na escola você poderá ter acesso a missionários com experiência de campo, irmãos que já tiveram em atividades no campo de missões e etc. Isso é maravilhoso para o seu crescimento.
Acredito que já te animei a participar de uma escola ou de um curso de missões. E faço um alerta aqui que infelizmente o povo brasileiro não investe em conhecimento. E não investir em conhecimento em missões é ter um povo desprovido da principal ferramente que podemos ter para um bom desempenho do serviço missionário que é o conhecimento.
Lembra que falei no começo deste posto que você pode ir ao campo sem obter conhecimento nenhum? Eu continuo crente, mas isso não quer dizer que você terá um melhor desenvolvimento em campo. Muitas vezes a falta de conhecimento nos leva a problemas e resolver esses problemas levam muito tempo; até muitos anos.
Assim, amado missionário (a), invista em conhecimento!
Mas, qual a melhor escola de missões? Por favor, assista o vídeo que estarei abordando este importante assunto.
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“Eu quero ser um missionário, eu sinto que tenho uma chamada, tenho um projeto que o Senhor colocou em meu coração, mas eu não sei onde desenvolver o serviço de missões” – Esta é sua situação neste exato momento? Bem, fique se desespere, pois você não é o único (a) neste barco.
Olhando para o agir de Deus com o homem nas Escrituras aprendemos que Deus não fala tudo ao mesmo tempo. O Senhor pode até te dizer muita coisa do que ELE tem para você, mas por algum motivo muito de sua caminhada com ELE estará oculto e no tempo certo ELE mesmo revelará.
Te animo a meditar na vida de Abraão e na vida de Davi. Podemos ver Deus chamando, dando uma missão e ao mesmo tempo os homens de Deus em muitas situações sem nenhuma visão do que esperava à frente. A única “luz” para as interrogações era a confiança que o Senhor estava à frente guiando todos as coisas.
Bem, este é o assunto do nosso vídeo. Dei uma ligeira introdução, mas quero que você assista. Se você está sendo edificado com os vídeos inscreva-se no canal e nos ajude compartilhando.
E se você quiser aprender mais sobre a vida prática em missões o link do curso Conhecendo mais Missões eu deixo logo abaixo.
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