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Por que Aracaju? Uma Missão Guiada por Deus

Muitas pessoas me perguntam por que investimos tanto no trabalho em Aracaju, Sergipe. Elas questionam se tenho parentes lá, se já trabalhei ou fiz missões na região. A verdade é que não. Não tenho laços familiares e não conhecia bem o estado ou a cidade, a não ser pelas poucas vezes que passamos por lá em viagens do Paraguai para o Ceará.

Eu não tinha nenhuma conexão com essa cidade, mas algo surpreendente aconteceu em 2021. Ao chegarmos na fronteira, entramos em um período de intensa oração, buscando a direção de Deus para expandir o Programa de Apoio Evangelístico além da Bolívia. Nosso objetivo era continuar atendendo o país vizinho, enquanto nos preparávamos para alcançar o Paraguai, Peru, Argentina, Uruguai e, finalmente, o Brasil.

Olhando para a grande nação brasileira, percebi as dificuldades: a falta de apoio, os altos custos de frete e as complexas viagens. Por isso, meu clamor a Deus era por sabedoria e orientação. O primeiro grande desafio era encontrar um obreiro com o mesmo fervor do irmão Nigel Mercado, que trabalha comigo desde 2015 na Bolívia. Eu orava por alguém no Brasil com a mesma dedicação e garra, que pudesse liderar o trabalho com diligência.

Peniel Dourado e Nigel Mercado (2021)

O ano de 2021 foi praticamente dedicado à oração. Enquanto buscávamos a direção de Deus, surgiu uma oportunidade em Rio Branco, no Acre. Fiz uma viagem para lá, pensando em expandir o projeto para a região Norte do Brasil, o que facilitaria o atendimento às fronteiras com a Bolívia e o Peru. Em seguida, surgiram portas em Juazeiro da Bahia e Petrolina. Fui até lá, conheci os irmãos locais e gravei alguns vídeos que mostram nossa busca por um líder para aquela região.

Também estive em Fortaleza, Ceará, para rever parentes e tirar férias com minha família. Mas mesmo em meio ao descanso, meu coração estava em Deus e minha oração era constante: “Senhor, coloque alguém no meu caminho.” Eu passei um mês em contato com várias pessoas, buscando a pessoa certa para liderar a obra no Brasil.

Foi então que recebi uma mensagem do irmão Assis, de Aracaju. Ele liderava um grupo de evangelistas de rua e buscava literatura para apoiar o ministério local e regional. Começamos a trocar mensagens, e observei não apenas um evangelista, mas alguém com uma genuína visão de expansão. Ele desejava apoiar outros obreiros e ver o trabalho crescer.

Peniel Dourado e Assis (2021)

Iniciamos o contato e enviamos uma quantidade significativa de material para o irmão Assis. Vimos sua dedicação, amor e responsabilidade. Para mim, era crucial que ele estivesse aberto a receber a nossa visão de trabalho, que é fruto de anos de experiência e orientação divina. Ele demonstrou uma receptividade notável: eu transmitia a visão, e ele a implementava.

Nesse período, apresentei uma proposta de trabalho para uma missão americana que faz a impressão dos materiais. O maior problema que enfrentávamos no Brasil era a distribuição, já que todo o material chegava no Sudeste e precisava ser redistribuído. Propus descentralizar a logística e criar um sistema de distribuição similar ao que usamos na Bolívia há mais de 15 anos.

Expliquei também as diferenças culturais do nosso país — o Brasil é um só, mas cada região (Sul, Nordeste, Sudeste e Norte) possui uma realidade própria, o que exige uma abordagem regional. A proposta foi aceita, e nossa primeira porta de entrada foi em Aracaju, sob a liderança do irmão Assis.

Dois contêineres chegando em Aracaju com materiais evangelístico

Para quem pensa que a escolha de Aracaju foi uma decisão pessoal ou por alguma influência, a resposta é não. Quando visitei a cidade pela primeira vez, fiquei impactado. Após anos na Bolívia e no Paraguai, o número de igrejas em Aracaju me chocou, pois eram muitas. A cada duas quadras eu encontrava um tempo e fiquei admirado, mesmo sabendo que Aracaju é a terceira capital que menor número de evangélicos do Brasil.

No entanto, o que me chamou mais a atenção foi a falta de evangelistas de rua. Enquanto via muitas pessoas distribuindo folhetos de propaganda de lojas e bancos, era raro encontrar evangelistas. E os poucos que encontrei me diziam que a literatura “não funciona.” (veja video – clique aqui)

Se não funciona, por que os empresários gastam dinheiro na impressão de folhetos para levar suas mensagens? Havia algo de errado nessa situação. Isso apenas reforçou a necessidade de um trabalho sério com a literatura evangelística na cidade de Aracaju.

Quero finalizar este post pedindo sua oração. Ore pelo Programa de Apoio Evangelístico e para que Deus levante mais obreiros. Muitas pessoas me perguntam por que ainda não estamos em outras cidades do Norte ou do Sul do Brasil. A resposta é sempre a mesma: falta de obreiros.

Se tivéssemos mais homens dedicados como o irmão Assis e o irmão Nigel Mercado, o trabalho cresceria e se expandiria por todo o país. A perda de material por falta de critérios é algo que não podemos aceitar. O material é impresso com as ofertas de homens e mulheres de Deus; por isso, temos o compromisso de garantir que ele chegue às mãos certas, pois chegando nas mãos certas nós alcançaremos as almas.

Para selecionar os obreiros nós utilizamos a experiência que temos de trabalho, mas nossa maior arma é a oração. Deus nos dá sabedoria para discernir, mas Ele também nos revela o que não podemos ver. Por isso, peço que você ore pelo trabalho no Nordeste do Brasil, através da base de Aracaju, e pela vida do irmão Assis, para que Deus levante obreiros que somem forças e mantenedores fiéis ao seu lado.

Videos a Base de Aracaju

Para conhecer mais sobre o nosso trabalho na base de Aracaju, preparei uma playlist especial. Assista aos vídeos das minhas viagens e veja de perto como a obra de Deus tem avançado no Nordeste do Brasil. O link completo está logo abaixo.

CLIQUE AQUI para acessar a playist

Forte abraço e que o Senhor te abençoe poderosamente

Um chamado para a obediência: confie no plano de Deus

O Início de uma Missão

Desde janeiro de 2022, assumimos a Missão Siloé no Paraguai. É um trabalho que amamos, pois vimos a fundação dele através dos meus pais, que foram enviados para cá em 1994. Eles vieram para o Paraguai para fazer missões, e esse trabalho missionário começou, praticamente, em nossa casa.

Era a nossa família, e algumas outras pessoas participavam. Dias atrás, eu estava conversando com meu pai, e ele estava lembrando de como a Missão Siloé surgiu. Eu era adolescente, e meus irmãos também. Naquela época, cada um estava frequentando uma igreja diferente, e meu pai ficou preocupado com essa situação.

Missão Siloé, Paraguai (1996)

O objetivo inicial da missão que nos enviou era que ficássemos um ano na fronteira, em Pedro Juan Caballero, e depois seríamos enviados para a Espanha. No entanto, o Senhor já havia nos falado que deveríamos ficar aqui, pois este seria o nosso lugar. Meu pai me contou algo que eu não lembrava: um grupo de jovens jogadores de futebol veio ao nosso culto em casa, a convite da minha irmã. Foi assim que a Missão Siloé praticamente começou.


O Crescimento e o Retorno

Mais tarde, meu pai alugou um salão, e algumas famílias começaram a se congregar. Começamos a trabalhar com essas famílias, evangelizando e alcançando novas pessoas. Iniciamos o trabalho com muita simplicidade, mas posso dizer que o vi crescer e participei ativamente. É um trabalho pelo qual tenho muito amor.

Em 2021, o Senhor começou a falar conosco sobre voltar ao Paraguai. Eu estava na Bolívia e deveria retornar para assumir a Missão Siloé como pastor. Fiquei muito feliz. Não pela situação, pois o trabalho havia sido praticamente fechado durante a pandemia, mas pela oportunidade de voltar e dar continuidade a algo que meus pais iniciaram.

Missão Siloé no Paraguai (1997)

Um Projeto que Nasceu no Coração de Deus

Desde que assumi a igreja, muitas pessoas me perguntam se eu iria parar com o Programa de Apoio Evangelístico, já que pastorear uma igreja demanda tempo. Sempre respondi a esses irmãos que não vamos parar. Você pode me perguntar: “Por que não para com esse projeto ou coloca outra pessoa à frente?”

Os primeiros passos do Programa de Apoio Evangelístico (2009)

A resposta é que Deus tem falado muito comigo e com minha esposa sobre este trabalho. O Programa de Apoio Evangelístico não é um projeto que nasceu no meu coração; eu não tive a intenção de criá-lo. Na verdade, é um projeto que nasceu no coração de Deus. Costumo dizer que fui “empurrado” para dentro dele.

Já contei no blog que eu não tinha o objetivo de ir para a Bolívia. Deus simplesmente nos revelou a cidade de Santa Cruz de La Sierra e falou de forma muito forte que deveríamos ir para lá.

Quando comecei o trabalho de apoio na Bolívia, foi a mesma coisa. Eu não tinha dinheiro, influência, recursos, nem meios para levar esse trabalho adiante. No dia em que Deus me falou sobre levar e trazer literatura para apoiar os evangelistas, eu estava juntando moedas para comprar comida. Minha esposa me perguntou como faríamos isso, se tínhamos dificuldade até para nos manter.

Lembro-me de ter dito a ela: “Eu não sei como Deus vai fazer, só sei que Ele está dizendo que faremos esse trabalho.”


A Confirmação Divina

Como eu já disse, todo esse projeto não foi uma ideia minha. O Senhor nos falou que eu não deveria abrir uma igreja em Santa Cruz, embora tivéssemos ido para a Bolívia com esse objetivo. Chegando lá, Ele disse: “Você não vai abrir uma igreja. Você vai trabalhar no evangelismo, vai trazer literatura e apoiar os evangelistas.”

Materiais em nossa Base de Apoio em Bolívia (2013)

Isso me impactou profundamente. Tocou meu coração e meu ego. Eu estava acostumado a pregar e dar estudos, e agora tudo o que eu e minha esposa fazíamos era distribuir folhetos nas ruas. Isso Deus usou para tratar com meu ego. Eu orava e dizia: “Deus, sou pastor, posso ensinar a Palavra, e o Senhor me coloca para distribuir folhetos?”


A Voz da Revelação

Deus nos deu muitas revelações sobre este projeto. Ele usou pessoas para nos trazer palavras de profecia que falavam de uma realidade que não estávamos vivendo. Eram coisas que eu nem imaginava que iriam acontecer, mas Deus estava falando conosco.

Quero concluir com uma experiência muito forte. Eu estava dormindo em casa, amanhecendo, e acordei com uma voz dentro do meu quarto. A voz dizia: “Peniel, eu vou colocar muito material nas suas mãos, e você vai apoiar os evangelistas. Eu vou trazer os evangelistas, e você vai apoiá-los.”

A voz era tão forte que eu simplesmente saltei da cama. Era como a voz de um sargento dando ordens à tropa. Fiquei sentado, escutando. O mais intrigante era que eu não sentia medo. Sabia que era o Senhor falando comigo. Não foi um sonho, eu realmente escutei aquela voz. Fiquei admirado por minha esposa e filha não terem acordado, pois a voz era muito alta.

O material para o projeto tem vindo de forma milagrosa. Manter este trabalho, que é difícil de as pessoas compreenderem e valorizarem, é um desafio. Viajar, pagar passagens e fretes altos, e lidar com documentações são custos elevados. Além disso, é difícil conseguir apoio, pois muitos não valorizam o evangelismo de rua e a literatura.

Peniel, Mina e Deborah no evangelismo em Bolívia (2011)

Eu sei que foi Deus quem falou conosco, é Ele quem traz o material e os evangelistas. O mesmo Deus que provê o material e os evangelistas é quem nos dá condições de fazer o trabalho.


A Confirmação Final

A revelação não parou por aí. A voz continuou falando, mas eu só entendi a parte sobre os evangelistas. O restante permaneceu ininteligível. Fiquei um bom tempo intrigado, sem entender o que a voz dizia. Fui orar, e o Espírito Santo falou comigo: “O que você ouviu e entendeu, já deve colocar em prática. O que você não entendeu, no tempo de Deus, Ele te revelará. A Palavra já te foi dada.”

Naquele mesmo dia, à tarde, fui à casa de um missionário uruguaio e contei a ele o que havia acontecido. Ele orou e me disse exatamente a mesma coisa que o Espírito Santo havia me falado. Ali compreendi que Deus estava confirmando Sua Palavra. O que entendi, devo colocar em prática. O que não entendi, Ele me fará entender no tempo certo.

Com tudo isso, com tantas palavras e revelações, você acha que vou parar com esse trabalho? Hoje, só tenho duas opções: continuar fazendo o que Deus me mandou e ser obediente, ou parar e desobedecer ao Senhor. Tomei a decisão de ser obediente e continuar.


Gratidão e o Futuro

Agradeço a você que ora e oferta por essa obra. Em outra oportunidade, posso escrever mais sobre a questão das ofertas, que são um sinal especial de Deus para nós. Não é por acaso que você envia uma oferta a cada mês.

Agradeço a você que acompanha este blog e se interessa pelo que escrevemos. Gosto de escrever sobre o que Deus faz, pois isso edifica o meu próprio coração. Um abraço!

Ore por nós e pelo Programa de Apoio Evangelístico, para que Deus continue abrindo portas e nos permitindo alcançar milhares de vidas com a Sua Palavra. Deus te abençoe!

As batalhas invisíveis da vida missionária

Quem olha de fora muitas vezes pensa que a vida missionária é apenas viagens, evangelismo e alegria por ver pessoas conhecendo a Jesus. Mas a verdade é que o missionário enfrenta muitas lutas no campo. Essas batalhas vão além das dificuldades financeiras ou culturais; elas envolvem também fortes guerras espirituais.

O apóstolo Paulo já alertava que “a nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades” (Efésios 6:12). Isso significa que, ao levar o evangelho a novos territórios, o missionário entra em confronto direto com forças espirituais que não querem perder espaço.

Lutas emocionais e familiares

Outro desafio comum é a solidão e a saudade da família. Muitos missionários estão longe de casa, sem um abraço amigo ou uma rede de apoio próxima. Além disso, a adaptação a uma nova cultura pode gerar choque cultural e frustrações. Não é raro que o missionário sinta que carrega um peso maior do que pode suportar.

É por isso que a Bíblia nos lembra: “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7). O missionário precisa aprender a descansar em Deus, mesmo em meio às pressões.

O papel da igreja e dos parceiros

Nenhum missionário deve lutar sozinho. O envio, as orações e o sustento da igreja fazem toda a diferença. Por isso, projetos como o Programa de Apoio Evangelístico existem: para que missionários no campo tenham suporte constante e materiais que fortaleçam sua caminhada.

Quando alguém decide se tornar parceiro missionário, está ajudando a carregar esse peso e permitindo que a Palavra de Deus avance em lugares onde ainda há pouca ou nenhuma presença cristã.

Como você pode fazer parte

Você pode se envolver de várias formas:

  • Orando diariamente pelos missionários.
  • Compartilhando informações sobre o campo missionário.
  • Contribuindo para projetos como o Programa de Apoio Evangelístico.

Assim, mesmo sem estar fisicamente no campo, você se torna parte do avanço do evangelho.

“Porque somos cooperadores de Deus” (1 Coríntios 3:9). Essa é a verdade que move a obra missionária: ninguém luta sozinho, estamos juntos no chamado.

Eu coloquei um vídeo logo abaixo onde eu falo um pouco mais sobre o assunto. Convido você a se inscrever no canal e acompanhas nossas postagens no Youtube.

Chamado para a Bolívia: Como Deus nos levou ao campo

Algo que realmente enche o meu coração é o desejo de compartilhar com vocês tudo aquilo que o Senhor tem feito e continua fazendo através das nossas vidas.

Quando ainda estávamos no Paraguai, até o ano de 2005, eu e minha esposa buscávamos uma direção de Deus para nossas vidas. Nosso alvo era permanecer no Paraguai. Não queríamos ir para outra nação. Nosso desejo era continuar ali, pregando o Evangelho, ganhando vidas, porque víamos a grande necessidade daquela nação em ser alcançada pela mensagem do Evangelho. Esse desejo ardia no nosso coração.

Peniel, Mina e Deborah

Durante esse tempo, trabalhávamos intensamente. Eu atuava nos presídios e minha esposa me ajudava com o trabalho nas aldeias. Fazíamos cultos nas casas e tínhamos um trabalho muito ativo. Queríamos ver a igreja crescer, desenvolver o ministério nas prisões de outras cidades, expandir o trabalho de rádio que já tínhamos. A igreja estava crescendo, especialmente entre os jovens.

Acreditávamos que o nosso chamado era ali, que Deus nos havia levado ao Paraguai para fazer aquela obra florescer.

Mas então, um dia, um pastor veio à nossa casa. Eu o convidei para almoçar. Enquanto minha esposa preparava a comida, ele nos chamou para conversar. Abriu o livro de Isaías e começou a ler. Eu fiquei me perguntando qual era o propósito daquilo. Então ele parou, olhou para nós e disse: “Não criem raízes aqui. O Senhor manda dizer que vai tirar vocês daqui e levar para outra nação.”

Confesso que era tudo o que eu não queria ouvir naquele momento. Meu desejo era que Deus dissesse que estava feliz com o que fazíamos e que o trabalho ali cresceria muito. Mas foi o contrário. O Senhor nos disse que nos tiraria do Paraguai e colocaria em nossas mãos um trabalho que cresceria e se expandiria.

O pastor disse ainda que eu precisaria viajar de avião de um lado para outro para atender esse trabalho e que Deus colocaria um povo sedento sob nossos cuidados — e que via muitas crianças também.

Peniel Dourado e Mina nos primeiros dias em Bolívia

Guardei aquela palavra no coração, mesmo sem querer aceitar. Minha esposa me perguntou o que eu achava, e eu disse: “Se for de Deus, vai se cumprir. Mas por enquanto, seguimos trabalhando aqui.”

Pouco tempo depois, talvez uma ou duas semanas, um jovem apareceu em nossa casa, tremendo e suando frio. Disse que estava passando por perto e que Deus havia lhe dado uma palavra para mim. Ele contou que estava indo entregar um pacote para outro pastor e, ao orar, ouviu Deus mandá-lo ir até minha casa.

Ao hesitar, começou a tremer e suar frio. Pediu perdão ao Senhor, voltou e veio entregar a mensagem: “Deus manda dizer que vai te tirar deste lugar e te levar para outra nação, onde colocará uma obra nas tuas mãos, e ela crescerá.”

Era exatamente a mesma palavra que o pastor havia nos dado dias antes. Mais ou menos um mês depois, uma irmã estava em nossa casa. Oramos antes de levá-la à rodoviária. Durante a oração, ela também falou as mesmas palavras que o jovem e o pastor haviam dito.

Amado, nossa ida para a Bolívia — e o início do Programa de Apoio Evangelístico — não foi um plano pessoal. Não nasceu no nosso coração. Eu, sinceramente, nunca desejei isso. Apesar de, desde 1998, já trabalhar com literatura no Paraguai ao lado do meu cunhado, esse chamado missionário específico nunca foi algo que eu desejei ou planejei. Fomos, literalmente, empurrados por Deus para dentro desse projeto.

Na região de fronteira entre Brasil e Paraguai dentro de um barco no rio Paraguai

Depois de entender que Deus queria nos tirar do Paraguai, o grande dilema era: “Para onde iremos?” Eu não sabia se era Moçambique, Angola, Peru, França… não fazia ideia. Então comecei um período de oração intensa, sozinho no meu quarto, todos os dias. Conforme eu orava, Deus foi colocando no meu coração o desejo de passar adiante todas as responsabilidades que eu tinha: o trabalho no presídio, o programa de rádio, a igreja. Fiz isso aos poucos.

Depois de cerca de um mês de oração e preparação, certo dia, enquanto orava, Deus falou claramente ao meu coração: “Você vai para a Bolívia.” Pulei de alegria, literalmente, dentro do quarto. Mas logo me lembrei que minha esposa havia dito, meses antes, ao conhecer a fronteira com a Bolívia: “Esse aqui é o último lugar do planeta Terra onde eu quero morar.”

Fiquei apreensivo. Fui até a cozinha, onde ela estava cozinhando, e disse: “Mina, o Senhor me falou que é para irmos para a Bolívia.” Ela me olhou e disse: “Você tem certeza que foi Deus?” Respondi: “Tenho.” E ela disse: “Se foi Deus quem falou, então é para lá que nós vamos.”

Aquilo foi uma confirmação tremenda para mim. Depois disso, começamos a orar juntos, buscando a direção de Deus sobre qual cidade na Bolívia deveríamos ir. Durante a oração, o Senhor nos revelou: “Santa Cruz de la Sierra.” Sinceramente eu e Mina não escolhemos a cidade de Santa Cruz de la Sierra e nem mesmo conhecíamos a cidade, mas o próprio Deus nos mostrou a cidade de Santa Cruz.

Região de fronteira entre o Brasil e Bolívia (2006)

Ficou muito claro. Ninguém podia tirar isso do nosso coração. E orando mais ainda, Deus disse: “A tua casa está próxima ao segundo anel.” Hoje é fácil ver na internet que Santa Cruz é formada por anéis — avenidas circulares que organizam a cidade. Na época, sem internet em casa, não sabíamos disso. Mas confiamos.

Havia ainda um grande desafio: a questão financeira. Quem nos sustentaria na Bolívia? Oramos muito. Fomos a uma chácara para buscar a Deus e, durante a oração, o Senhor falou claramente: “Vende tudo e vai.”

Vendemos tudo: carro, móveis, roupas, livros. Ficamos só com algumas malas. Fomos à Bolívia pela primeira vez, conhecemos a fronteira, e foi ali que descobrimos que minha esposa estava grávida de dois meses da nossa filha Débora. A preocupação aumentou, mas a fé permaneceu.

Retornamos ao Paraguai, organizamos as documentações e voltamos à Bolívia. Ficamos um tempo na fronteira por conta da gravidez. Era quente, seco, cheio de fumaça, mas sabíamos que estávamos no centro da vontade de Deus.

Peniel e Mina cantando no culto na Base de Apoio em Bolívia

Na fronteira, começamos a ter os primeiros contatos com o povo boliviano, com os quechuas, aymaras, e começamos a aprender sobre aquela nova cultura. Em oração, eu dizia ao Senhor: “Eu não amo esse povo. Tu me trouxeste para cá, mas eu não os amo.” E Deus respondeu: “Eu vou te ensinar a amar esse povo.” E foi exatamente isso que Ele fez.

Hoje, mesmo estando de volta ao Paraguai, ainda estamos ligados à Bolívia, ao projeto que nasceu ali, e amamos aquela nação profundamente.

Mesmo sem ter sustento, Deus começou a mover pastores. Um deles veio visitar e disse: “Deus tocou no nosso coração para apoiar o seu ministério.” E assim começou nosso sustento. Outros pastores vieram depois, cada um oferecendo uma ajuda mensal. Deus foi confirmando que era Ele quem sustentaria a obra.

O Programa de Apoio Evangelístico não nasceu no meu coração. Foi Deus quem plantou, desenvolveu e tem sustentado. Já são mais de 15 anos de trabalho, muitos evangelistas apoiados, toneladas de literatura enviadas para vários países, e muitas portas ainda abertas — Peru, Chile, Argentina, Brasil.

Pastor Peniel, Mina e a pequena Deborah

Temos limitações: falta de obreiros e falta de recursos. Mas cremos que Deus, no tempo certo, enviará os recursos e os trabalhadores certos. Porque a obra é Dele.

Quero finalizar este testemunho dizendo que, na obra de missões, muitas vezes somos enviados para lugares onde não queremos ir. Deus nos chama para fazer coisas que nunca planejamos e realizar uma obra mesmo quando não temos capacidade ou recursos financeiros.

Mas a capacidade vem do Senhor Jesus, assim como os recursos para realizar o trabalho. Se mantivermos o coração firme Nele, entendendo que Ele é o Senhor da obra missionária e das nossas vidas, grandes coisas acontecerão, pois tudo é dEle, por Ele e para Ele, para sempre.

Basta confiar e deixar Deus agir. Mesmo em meio às lutas, provações e privações, o propósito do Senhor será cumprido, e em tudo, Jesus será glorificado.

Nossos Videos Sobre Missões

Eu tenho um canal onde postamos vídeos falando sobre a vida prática em missões. Também eu faça vlogs trazendo nosso dia a dia no campo e transmitindo o conhecimento de missões

CLIQUE AQUI para assistir

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Folhetos Evangelísticos Gratuitos: Nosso Compromisso com o Evangelismo

O Programa de Apoio Evangelístico tem apoiado evangelistas desde 1998. Ainda que o projeto não tivesse nome no início, já carregava o mesmo propósito: distribuir folhetos de graça para quem evangeliza.

Nos primeiros anos, começamos ainda no Paraguai, com recursos limitados, sem experiência, mas com o coração cheio da confiança que o Senhor Jesus estava à frente. O alvo era — e continua sendo — colaborar com evangelistas que pregam nas ruas, nas praças, nos presídios, nas aldeias e onde Deus os envia.


Não somos empresa, somos visão

O nosso objetivo não é se tornar uma instituição formalizada ou uma empresa. Até hoje, o Programa de Apoio Evangelístico não tem CNPJ no Brasil, e isso é intencional. Queremos manter viva a simplicidade da visão: servir ao Corpo de Cristo com materiais evangelísticos gratuitos.

“Recebestes de graça, dai de graça.” (Mateus 10:8b)

O nosso trabalho não é fazer a impressão dos materiais em grande escala, mesmo que já fizemos pequenas tiragens. Mas mantemos o alvo em viabilizar a entrega de materiais que já são distribuídos por agências missionárias sérias, como:

  • World Missionary Press
  • Revival Movement Association
  • E outras organizações comprometidas com a evangelização mundial

Folhetos de graça, apoio com amor

Os materiais para evangelismo são dados de graça. Recebemos gratuitamente, e também entregamos gratuitamente.

Não vendemos, não cobramos. Fazemos isso por amor ao Senhor Jesus e por amor às almas. O nosso alvo é claro e repetido: evangelismo.

Seja você um evangelista de rua, de praça, de hospital ou nas comunidades — queremos que você saiba: você não está sozinho. Nós estamos aqui para te apoiar com aquilo que temos em mãos. Para nós é um prazer ser parte no trabalho que você faz.

Evangelistas de Cochabamba, Bolívia

A quem apoiamos?

Apoiamos evangelistas que:

  • Estão em ação prática e constante no campo
  • Precisam de folhetos evangelísticos para o serviço evangelístico.
  • Compartilham da mesma visão de que o evangelho deve ser anunciado com simplicidade e poder

Conheça nosso trabalho em ação

Quer ver como usamos esses folhetos na prática?
👉 CLIQUE AQUI para assistir o vídeo

Se inscreva em nosso canal no Youtube. Lá você verá relatos, estratégias, testemunhos e instruções práticas sobre a vida em missões.


Quero terminar frizando a frase: Nosso grande alvo é o evangelismo.
Repito isso porque é o que nos move. Nosso alvo é o evangelismo.

Com amor e dedicação,
Peniel Dourado
Programa de Apoio Evangelístico


O Que Fazer para Ser um Missionário?

Hoje quero responder a uma pergunta muito importante que recebi: “O que devo fazer para me tornar um missionário?”
Essa pergunta revela um coração que arde por Deus. E se esse é o seu caso, louvo ao Senhor por isso! Como missionário há anos, quero te trazer algumas orientações importantes sobre a vida em missões.


1. Aprenda sobre missões

Antes de ir ao campo transcultural, é preciso conhecer o que é missões. O primeiro passo é buscar entendimento e preparo. Leia livros, pesquise a história das missões e ouça missionários experientes. Infelizmente, muitas igrejas se acomodaram ao longo dos anos e deixaram de ensinar a responsabilidade missionária.

Já ouviu falar de William Carey? Ele é chamado de o pai das missões modernas porque rompeu o pensamento de que povos não alcançados deveriam ser ignorados. Carey entendeu que missões é levar a igreja onde não há igreja.

“Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara” (Lucas 10:2).

Busque canais missionários sérios. Recomendo:

  • Missão na Europa (irmão Glauber)
  • Missão na África (irmã Simone)
  • Missionário Ismael (na África)

E claro, continue acompanhando nosso canal, onde falamos da parte prática e real da vida missionária.


2. Envolva-se diretamente

Missões não se faz apenas com palavras. Você precisa se envolver agora, mesmo que ainda não esteja no campo.

Costumo dizer: missões é como uma corda com duas pontas – uma está no campo, e a outra segura da retaguarda. Se você ainda não foi, então segure essa corda com firmeza!

Como?

  • Ajude sua igreja na secretaria de missões
  • Apoie agências missionárias confiáveis
  • Contribua com missionários que você conhece
  • Ore e mantenha contato com missionários
  • Participe dos cultos e eventos missionários

“Como pregarão, se não forem enviados?” (Romanos 10:15).

Talvez seu coração arda por tribos indígenas, crianças na África ou comunidades não alcançadas. Então comece apoiando quem já está lá! Esse envolvimento vai te amadurecer, fortalecer sua visão e te preparar para o envio.


Conclusão e Desafio

Se você chegou até aqui, escreva nos comentários: “Eu quero ser um missionário”.
Compartilhe este conteúdo com alguém que também sente esse chamado!

Que Deus levante muitos dispostos a aprender e segurar essa corda.

Se você deseja se envolver mais com missões e entender como tudo funciona na prática, eu tenho um vídeo bem interessante onde falo mais sobre esse assunto. 🌍🔥
👉 CLIQUE AQUI para assistir o vídeo e mergulhar nessa reflexão!

Aproveite e se inscreva em nosso canal para não perder nenhum conteúdo. Nosso objetivo é compartilhar a vida real no campo missionário, com instruções bíblicas e edificação espiritual para quem quer servir ou apoiar missões.

Um forte abraço,
Peniel N. Dourado



Como saber se tenho chamado para missões?

Descobrindo o chamado missionário em sua vida

Nem todo mundo nasce sabendo que foi chamado para missões, e tudo bem. O Senhor trabalha de forma pessoal com cada um de nós. Muitos pensam que o chamado missionário vai vir como um trovão do céu, com uma revelação extraordinária — mas, na prática, quase sempre o chamado se revela de maneira simples, constante e até discreta.

Peniel N Dourado

Quero conversar com você como quem está ao seu lado numa roda de amigos. Eu mesmo não percebi meu chamado missionário de imediato. Foi servindo, obedecendo em pequenas coisas, que a chama foi crescendo. E quando vi, já estava envolvido em projetos evangelísticos, cruzando fronteiras, levando Bíblias e formando evangelistas. Mas como saber se esse chamado é para você?


1. O desejo de compartilhar o Evangelho

Uma das evidências mais claras de um chamado missionário é o desejo ardente de ver outras pessoas conhecendo Jesus. É como Paulo disse: “Ai de mim se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9:16). Isso não significa que você já está pronto para ir, mas que algo dentro de você começa a incomodar. Você ora pelas nações? Sente dor quando vê povos que nunca ouviram falar de Cristo? Isso pode ser um sinal de que Deus está plantando algo em seu coração.

Pregando em Montero, Bolívia (2010)

2. Sensibilidade ao sofrimento e à salvação de outros povos

Quando começamos a perceber o sofrimento espiritual de outros povos — tribos, aldeias, grandes cidades — e isso mexe com a nossa alma, é um indício de que Deus está nos chamando para olhar além de nossas fronteiras. Jesus viu a multidão e “teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas como ovelhas que não têm pastor” (Mateus 9:36). Se esse sentimento nasce em você, não ignore.


3. Disposição para sair da zona de conforto

Missões transculturais exigem sair do comum. Não é fácil deixar sua cultura, sua língua, sua comida preferida… Mas quando Deus chama, Ele também prepara o coração para isso. O jovem Timóteo, por exemplo, foi enviado por Paulo para outros povos (Atos 16:1-3). Se você tem disposição para aprender, servir, enfrentar o desconhecido por amor a Jesus — isso é um sinal forte de chamado missionário.


4. Confirmação através da igreja e dos frutos

O chamado não é algo solitário. A igreja local é parte fundamental nesse processo. Servir em sua igreja local e ouvir o reconhecimento dos irmãos, dos líderes, dos pastores — tudo isso contribui para confirmar o chamado. Como diz em Atos 13:2, “Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”. A igreja ouviu a voz do Espírito e enviou. Se você já serve e tem dado frutos, fique atento aos sinais que Deus pode estar dando através da sua comunidade.


5. Exposição ao campo missionário

Uma das melhores formas de discernir o chamado é se expor ao campo. Participe de viagens missionárias, converse com missionários, leia testemunhos.

No Programa de Apoio Evangelístico, muitos jovens descobriram seu chamado apenas indo numa ação missionária, ajudando com distribuição de Bíblias, materiais evangelísticos ou até mesmo cozinhando para a equipe.

Às vezes, um final de semana no campo basta para Deus acender a chama. E quando isso acontece, é impossível ignorar.


📌 Dicas práticas para discernir seu chamado:

  • Ore todos os dias pelas nações.
  • Sirva ativamente na sua igreja local.
  • Leia livros e biografias missionárias.
  • Converse com quem já está no campo.

✉️ Quer crescer mais em missões?

Eu tenho uma série de vídeo dando dicas importantes sobre a vida em missões. Se você tiver interesse basta clicar no link abaixo

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Folhetos Gratuitos aos Evangelistas: Como Receber e Usar com Responsabilidade

Muitos evangelistas têm o desejo ardente de anunciar o evangelho, mas esbarram na falta de recursos. Foi por isso que nasceu o Programa de Apoio Evangelístico: para ser um braço estendido aos que estão nas ruas, praças, presídios, aldeias e comunidades, levando a Palavra com ousadia.

“Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar?” (Romanos 10:14)

Evangelista em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia

Nós damos folhetos gratuitamente

Sim, é isso mesmo. Damos folhetos de graça.
Não cobramos pelo material e não aceitamos que ele seja vendido. Nosso único desejo é impulsionar o evangelismo com recursos práticos e bíblicos.

O que oferecemos:

  • Folhetos evangelísticos impressos
  • Materiais com linguagem simples e bíblica
  • Envio gratuito para evangelistas sérios e comprometidos

Não vendemos, não permitimos que vendam

O evangelho é gratuito, e o material também. Por isso, fazemos questão de deixar claro:

  • Não comercializamos nossos materiais
  • Não autorizamos que ninguém os revenda

O que recebemos de Deus, passamos com alegria. Tudo é mantido com doações e parcerias missionárias que entendem a importância de apoiar quem está no front.


Nossos Vídeos sobre Missões

Se você deseja conhecer mais sobre nosso trabalho e ver como usamos esses materiais em campo basta clicar no link abaixo.

CLIQUE AQUI para assistir o vídeo

Continue orado por nós e por cada evangelistas que recebe o apoio

Com alegria no serviço,
Peniel N. Dourado

Programa de Apoio Evangelístico


Como ser Missionário no Peru? Oportunidades no Coração dos Andes

O Peru é uma nação rica em história, cultura e, infelizmente, em carência espiritual. Do deserto costeiro de Lima à imponência dos Andes e à imensidão da Amazônia, o país oferece um campo missionário vasto e com necessidades profundas. Se você sente que Deus está te chamando para essa nação, saiba que é um chamado para um lugar que tem a marca da história e precisa da marca de Cristo.

Eu, Peniel, já presenciei o poder do evangelho transformando vidas em contextos complexos. A jornada para o Peru, como para qualquer outro campo transcultural, exige mais do que apenas o desejo. Exige preparo e parceria.

Preparação para a Ação: O que Você Precisa Saber

A Bíblia nos questiona: “E como pregarão se não forem enviados?” (Romanos 10:15). A preparação é o que te equipa para ser enviado de forma eficaz. Para o Peru, considere estes pontos:

  • Cultura e Idioma: O espanhol é a língua oficial, mas o Quechua, falado nas regiões andinas, é vital para alcançar muitos povos. Entender os costumes locais, a cosmovisão e as tradições é fundamental para construir relacionamentos de confiança.
  • Ambiente e Saúde: O Peru tem uma geografia diversa, o que significa que os desafios de saúde podem variar. A altitude nos Andes e as doenças tropicais na Amazônia são realidades que exigem preparo e cuidado.
  • Documentação Legal: A burocracia para obter vistos e permissões de residência pode ser complexa. Este é um dos pontos onde uma agência missionária se torna um parceiro indispensável, pois ela te guiará em todo o processo legal.

O Papel da Parceria Missionária

Ir para o campo, especialmente um como o Peru, não é uma jornada solo. O Programa de Apoio Evangelístico existe para que você não esteja sozinho nessa missão. A agência atua como sua base de apoio, tanto no Brasil quanto no campo.

  • Capacitação: Uma agência séria te prepara para os desafios específicos do campo peruano, oferecendo treinamentos que vão desde a adaptação cultural até o levantamento de sustento.
  • Sustento e Oração: O apoio financeiro e a intercessão contínua são o combustível da missão. Através da parceria com uma agência, você constrói uma rede de parceiros que sustentará sua missão no longo prazo.

O Peru está de braços abertos para os que desejam levar a luz de Cristo. O campo é grande, e o chamado é urgente. Se você sente o Senhor te movendo para este país, comece a se preparar e a buscar o apoio necessário para que sua jornada seja frutífera.

Sente o chamado para servir no Peru? Conheça como o Programa de Apoio Evangelístico pode te ajudar a dar os primeiros passos e a ir para o campo preparado e com o apoio necessário!

Vlog missionário: vida real no campo de missões

Gravar vídeos no horto da cidade tem se tornado uma das formas mais autênticas e acessíveis de mostrar o que realmente acontece no campo missionário. Às vezes com um celular simples, um tripé improvisado e muita vontade de comunicar, compartilho reflexões, testemunhos e desafios diários que vivemos no contexto da missão.

O objetivo? Levar o espectador para dentro da realidade do trabalho missionário — sem filtros, sem produções caras, mas com o coração cheio de coragem de transmitir a vida em missões.

📹 Por que gravar vlogs missionários?

  1. Humaniza o campo missionário: Mostrar o cotidiano aproxima as pessoas da realidade das missões.
  2. Inspira novos vocacionados: Muitos jovens têm nos procurado dizendo que foram tocados pelos vídeos simples, mas sinceros.
  3. Conecta os parceiros com a obra: Os vídeos permitem que os mantenedores vejam onde estão investindo e o impacto gerado.

🛠️ O que mostramos nos vídeos

  • Nosso dia a dia no campo: desde a rotina com as crianças até as caminhadas evangelísticas.
  • Reflexões bíblicas e devocionais gravadas ao ar livre.
  • Conversas com outros missionários e testemunhos reais.
  • Dicas práticas para quem está se preparando para missões transculturais.

Como está escrito:

“Como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?” (Romanos 10:14)

Essa pergunta continua viva. E é por isso que usamos todos os meios possíveis para pregar. Até mesmo uma câmera e o ambiente natural do horto da cidade se tornam púlpito para a Palavra.

COMO APOIAR NOSSOS TRABALHO MISSIONÁRIO
Você pode apoiar o trabalho missionário que desenvolvemos, seja o Programa de Apoio Evangelístico, os trabalhos que desenvolvemos no Paraguai e outros sendo “Membro” do nosso canal.

E como você pode ser um membro e nos ajudar em missões? Bem, eu vou deixar um link logo abaixo para facilitar. Logo darei algumas informações de como você poderá ser membro do canal

CLIQUE AQUI para acessar o canal

Em primeir lugar, você precisa ser inscrito no canal. Clicando no link se você ainda não é inscrito você receberá uma mensagem pedindo para que você faça sua inscrição. Basta clicar no link “inscrever” no Youtube para ser um inscrito.

Sendo um inscrito, uma tela com vários níveis aparecerá. Cada nível corresponde a um valor e você soma forças conosco mensalmente com o valor que você sentir em seu coração.

Este recurso estaremos usando para manter o trabalho missionário que desenvolvemos, compra de equipamentos para o nosso canal, nossas viagens missionários e outros.

Em breve estaremos abrindo lives semanais aos inscritos do nosso canal trazendo informações do Programa de Apoio Evangelístico, dos trabalhos que fazemos aqui no Paraguai à frente da Missão Siloé, contamos nossos planos para missões e muito mais

Bem, se você sente de ser parte deste grupo abençoado que soma forças conosco clique no link acima agora mesmo e vamos juntos fazer missões

Um forte abraço e que Deus te abençoe

Peniel N Dourado