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O segredo para não cansar no campo missionário

Sabe aquele segredo de bastidor que ninguém conta, mas que define se um projeto decola ou fica pelo caminho? Recentemente, em São Luís do Maranhão, caminhei com o irmão Rogério e gravamos algo que é puro “ouro” para quem ama missões.

Se você quer entender alguns pontos cruciais do desenvolvimento do projeto de missões no campo, você precisa conferir o que está no vídeo logo abaixo.

Passei alguns dias em São Luís acompanhando o trabalho incrível que o irmão Rogério desenvolve com o evangelismo local e o serviço de apoio aos evangelistas com os materiais impresso. Entre uma rua e outra, conversamos sobre o que realmente faz a engrenagem de missões girar: orientação divina, visão de trabalho, manutenção, voluntariado e desenvolvimento estratégico.

O vídeo acima de 38 minutos tem muita instrução prática ao desenvolvimento do projeto. Nele, abordamos sobre assuntos que, geralmente, ficam restritos apenas às conversas entre missionários. São pontos vitais que podem transformar o desenvolvimento do trabalho no campo.

O Rogério não é nenhum iniciante. Ele já está na estrada há mais de quatro anos no evangelismo com literatura e apoio local. Mas o grande “segredo” não foi o tempo de serviço, e sim o que ele aprendeu na prática: o esforço solitário tem um limite curto.

No começo, como muitos de nós, ele tentava fazer tudo com os próprios recursos, usando o próprio dinheiro, mas logo percebeu que o segredo do crescimento não é ser um super herói individual, mas saber envolver pessoas que abraçam a mesma visão.

Sabe por que muitos projetos missionários morrem cedo? Pela barreira da centralização. Começar com o que você tem no bolso é louvável, mas insistir em fazer tudo sozinho é limitar o avanço do Reino. Quando o projeto cresce, os custos sobem e a demanda aperta; se o missionário não tiver ajudadores, ele cansa, esgota e, infelizmente, para.

A obra de Deus não foi feita para ser um fardo pesado em um ombro só. Se a visão é grande, o time também precisa ser. Envolver parceiros e voluntários não é apenas estratégia de gestão, é maturidade espiritual. É entender que o Reino se constrói no coletivo.

Pr Peniel Dourado e irmão Rogerio no Maranhão

Assim, querido irmão, não deixe o seu chamado morrer no cansaço do isolamento. O Reino de Deus não precisa de super-heróis exaustos, mas de servos que saibam caminhar juntos. Como diz o livro de Provérbios:

“Onde não há conselho os projetos saem vãos, mas na multidão de conselheiros se estabelecem.” (Provérbios 15:22)

O seu desafio hoje é: quem você pode envolver para somar forças e trabalhar junto com você? Como o próprio Rogério destaca no vídeo, quem tenta fazer tudo sozinho acaba se desalinhando do propósito de Deus.

O Senhor nos dá a visão, mas Ele espera que saibamos compartilhar essa missão. Envolver outros não é apenas uma estratégia de gestão, é um princípio bíblico de corpo.

Assista ao vídeo e me conte nos comentários: qual desses pontos de bastidores mais chamou sua atenção? Se este conteúdo abriu seus olhos, não guarde para você. Compartilhe com quem também tem o coração ardendo por missões!

Lembre-se: “É melhor serem dois do que um… Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro” (Eclesiastes 4:9-10). O Reino não é feito de heróis solitários, mas de servos que caminham juntos.

Evangelismo na Bolívia: Levando a Palavra ao Povo

Quando penso no Programa de Apoio Evangelístico, meu coração se enche de gratidão por ver o desenvolvimento deste trabalho. Em Santa Cruz de la Sierra, o calor da cidade se mistura com o calor das necessidades do evangelho, vemos o quanto é urgente levar a Palavra de Deus ao povo de forma simples, direta e no mover do Espírito de Deus

Nos Pontos de Apoio, onde é distribuído gratuitamente materiais evangelísticos, sempre percebo algo especial: cada livreto, cada folheto é como uma semente no coração do pecador. E quando a porta do coração se abre, o Espírito Santo faz o que só Ele pode fazer.

É impressionante ver como, no meio da correria das feiras e mercados, o evangelismo encontra espaço. Enquanto alguns passam apressados, outros param, leem, perguntam… e ali mesmo, entre barracas e vendedores, Deus alcança vidas com a mensagem de salvação.

Finalizo com uma verdade que carrego no coração: o missionário não leva apenas papel; ele leva eternidade. Como diz Isaías 55:11, “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.”

O Apoio Evangelístico na região Sul do Brasil

Iniciamos nossa atividade em Vacaria, no Rio Grande do Sul, com o apoio do evangelista Moisés. Confesso que eu não tinha muitas informações sobre a necessidade do evangelho nessa região. Pesquisando, descobri dados que me surpreenderam.

Porto Alegre é a capital com o menor número de evangélicos no Brasil. Em segundo lugar está Florianópolis. Para se ter uma ideia, essas capitais, apesar de grandes, têm um número muito pequeno evangélicos e igrejas. A cidade de Porto Alegre tem 11% e Florianópolis tem um pouco mais de 12% de evangélicos. Isso me fez pensar: se as capitais têm essa realidade, o que dizer dos municípios menores?

Peniel Dourado e Ev Moisés

Aprofundando a pesquisa, encontrei um grande número de municípios no Rio Grande do Sul com menos de 2% de evangélicos. Esse dado é alarmante, pois remete à compreensão de que uma região é “não alcançada” pelo evangelho. Se vários municípios vizinhos têm essa porcentagem, significa que toda uma região está carente da presença do evangelho.

Assim, eu posso dizer que, o sul do Brasil é o lugar no país com a maior necessidade da presença do evangelho sem ter barreiras geográficas que dificultam o avanço da Palavra. Existem lugares na região norte com muita barreira geográfica e mesmo assim o avanço na pregação, abertura de novas igrejas é constante.

Outro dado importante são os municipios com uma porcentagem de 5% de evangéicos. Segundo especialistas, uma região com essa porcentagem pode ter um crescimento rápido. Já uma região que se mantém nos 2% por muito tempo, provavelmente precisa de apoio externo para avançar, pois mostrar pela quantidade e falta de avanço que a igreja local não está conseguindo avançar sozinha. Atualmente, cerca de 24 municípios no Rio Grande do Sul têm menos de 5% de evangélicos e 13 municípios com 2% da população declarada evangélica.

A conclusão é clara: a região sul do Brasil é carente da Palavra de Deus e precisa urgente da atenção do serviço de missões.

No entanto, tenho notado que a Igreja brasileira não tem uma visão voltada para o sul. É raro ver igrejas de outras regiões, como Sudeste ou Nordeste, enviando missionários para lá. Muitos vão para trabalhar, mas poucos para ganhar almas, abrir igrejas e somar com a igreja local.

Visita do Ev Moisés a Misión Siloé no Paraguai (2024)

A falta de obreiros é um dos maiores desafios que se enfrenta. Observando o trabalho do evangelista Moisés, foi enviando uma grande quantidade de materiais impressos, houve apoio para a distribuição, mas a barreira maior foi encontrar evangelistas com o coração realmente entregue à obra de evangelismo de forma constante. Muitos começam, mas param depois de poucos meses.

A região sul tem muitas barreiras culturais e religiosas. Eu até a comparo com a Europa, onde as igrejas também evitam enviar missionários por causa da cultura e do poder aquisitivo das pessoas. No Brasil, essa mentalidade impede o avanço no Sul.

Irmã Angelina da cidade de Santa Maria, RS, durante o evangelismo

Apesar de tudo isso, eu tenho visto que as igrejas evangélicas do sul sendo uma das mais animadas quanto ao serviço de missões transculturais. Mesmo trabalhando em uma região tão difícil para o crescimento de igreja e alcance de novas regiões no próprio sul do Brasil as igrejas locais são fortemente envolvidas no serviço de missões enviando e apoiando missionários dentro e fora do Brasil.

Sobre o Apoio Evangelístico

Quanto ao desenvolvimento do Programa de Apoio Evangelístico, desde o início, sabíamos que não seria fácil. Trabalhamos para levar as primeiras remessas de materiais, iniciamos o processo da identificação de evangelistas que fazem o trabalho de forma constante. Tivemos o apoio de irmãos que trabalham no transporte, mas a resistência tem sido gigante.

Um dos maiores problemas que nós temos tido é a falta de evangelistas que fazem o trabalho de forma constante. Normalmente o trabalho é feito por três meses ou seis meses e logo param. Não digo que não tenha evangelista, mas o número comparado a outras regiões do Brasil é baixíssimo.

Continuamos a orar e a buscar a Deus para que Ele levante pregadores para alcançar essa região. Eu creio que chegará o tempo que vamos ter um resultado maior na região sul. O que precisamos fazer e seguir trabalhando, orando e deixar que as portas sejam abertas pelo próprio Deus


Ore Conosco!

O desafio é grande, mas a promessa de Deus é ainda maior. Jesus disse: “Vejam! Eu lhes digo: levantem os olhos e vejam os campos para a colheita, pois já estão brancos!” (João 4:35). O sul do Brasil é um desses campos que está maduro e clama por ceifeiros. A necessidade de pregadores do evangelho é extrema.

Que possamos ter essa visão, orar e agir para que a Palavra de Deus chegue a cada coração nessa região.

Nossos Vídeos

Eu tenho alguns vídeos gravados com nossas viagens ao sul, chegada de material na cidade de Vacaria e vídeos que falo sobre o desenvolvimento do trabalho. O link eu deixo logo abaixo

CLIQUE AQUI para acessar os vídeos

Um forte abraço e que o Senhor Jesus te abençoe

Equilíbrio quanto a prosperidade no campo missionário

Uma questão que sempre surge é a falta de equilíbrio na igreja, especialmente em relação à prosperidade financeira. E a situação agrava quando falamos de prosperidade financeira missionária.

Muitas pessoas dão ênfase excessiva a um único ponto. Para mim, a prosperidade de um projeto missionário não se mede pela abundância de recursos financeiros e bens. Em Lucas 12:15 diz: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens” Então, se a vida do homem não consiste na quantidade de bens, por que mediríamos o tabalho de missões?

Um projeto pode ter muito dinheiro, mas ser pobre em visão, em propósito e em ação. Quando falta visão de Deus, o trabalho se torna uma empresa, atraindo pessoas por interesse financeiro, não por vocação. O resultado é um trabalho pobre, mesmo que tenha dinheiro.

O própria Cristo disse de uma igreja que acreditava ser rica porque ela dizia ser rica aos seus próprios olhos: “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Apocalipse 3:17)

Por isso, quero deixar bem claro: a verdadeira prosperidade de um projeto missionário é viver o propósito de Deus. É cumprir a vontade do Senhor, independentemente da condição financeira. Tem recursos ou nao tem, o ponto é: Está cumprindo o propósito?

Existe um grande desequilíbrio quando se trata da vida financeira de um missionário. De um lado, há quem acredite que um missionário “de verdade” é aquele que vive na necessidade, sempre pedindo ajuda. Essa mentalidade cria o erro de julgar quem tem recursos para fazer a obra de missões.

Lembro-me de uma vez que viajei de avião para cumprir um compromisso e fui criticado por isso. A pessoa que me criticou pensou que um missionário deveria viajar de ônibus ou até mesmo de jumento para fazer missões, mas nunca de avião. Essa pessoa ficou tão irritada que não entrou mais em contato comigo. Mas tempos depois eu o vi entrando em um aviaõ “para fazer missões”. Não é um pouco contraditório?

Querido irmão, essa visão é equivocada. Deus pode abrir portas e prover de maneiras inesperadas, e não devemos limitar Sua forma de agir. E não temos condições financeiras para fazer a obra de uma forma melhor, fazemos da mesma forma com as condições que temos.

Do outro lado, estão aqueles que acreditam que ser abençoado é sinônimo de ter uma alta entrada de dinheiro. Isso também não é verdade. Um projeto não é melhor que o outro apenas por ter mais recursos.

A prosperidade, como já disse, está em viver o propósito de Deus. Pense em João Batista; ele viveu de forma simples, mas cumpriu seu propósito plenamente. A Bíblia diz que não houve nascido de mulher maior do que ele.

Precisamos encontrar um equilíbrio. Não podemos criar nossos próprios padrões e julgar os outros com base neles. O padrão do crente é a Palavra de Deus e a Palavra nos dá equilíbrio e nos ensina a considerar os momentos de dificuldade e não exaltar no momento de abundância.

Espero que estas palavras sirvam como uma orientação para você que está no campo de batalha das missões.

Assista o vídeo que eu coloquei logo abaixo onde eu falo um pouco mais sobre o assunto.

Quais as consequências de banalizar a obra missionária

A obra missionária precisa ser levada a sério, pois desenvolver um projeto missionário no campo transcultural sem ter o mínimo de conhecimento é gerar sérios problemas ao campo.

O que temos visto nos últimos tempos é a banalização do serviço de missões onde não há uma preocupação com o desenvolvimento do trabalho missionário, não se preocupa por realizar o serviço de missões com responsabilidade, mas tudo é feito sem nenhum interesse de gerar o avanço à mensagem do evangelho em campos onde a Palavra não é presente com tanta abundância.

O vídeo de hoje eu falo um pouco sobre as consequências de realizar o trabalho de missões sem colocar a atenção devida.

Assista, ore por missões e se você acha interessante compartilhe este vídeo para que outros possam compreender que o trabalho de missões deve ser feito com muita responsabilidade e temor diante do Senhor, pois estamos tratando da Obra do Senhor e da salvação das almas

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Pr Peniel N Dourado

Posso ir ao campo missionário sem organizar o projeto de missões?

Estamos com uma série de vídeo em nosso canal respondendo perguntas dos irmãos que recebem nossos e-mails sobre a vida prática em missões.

Hoje falamos sobre ir ao campo missionário sem organizar o projeto de missões. Esta é uma prática comum e que gera muitos problemas para quem vai, para quem está no campo e para quem fica.

Abaixo deixo o link do vídeo postado hoje onde em três minutos falo sobre o assunto. Espero que você assista e acesse também outros links que coloquei no vídeo com maiores informações sobre o assunto.

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Peniel N Dourado

Apoio missionário ao evangelismo em Bolívia – Maio 2021

O trabalho missionário em Bolívia não para e nós devemos continuar de forma constante no apoio a obra missionária local.

Neste mês de maio solicitamos mais 200 caixas com material evangelístico para o apoio aos evangelistas locais. Além dos materiais evangelístico também entregamos ao Ponto de Apoio em Santa Cruz de la Sierra 26 bíblias no idioma quechua e aymara.

O trabalho missionario consiste no apoio aos evangelistas locais que estão de forma constante nas ruas levando a Palavra de Deus ao povo. Providenciamos gratuitamente os material impresso para ser utilizado durante o serviço evangelístico.

O Ponto de Apoio em Santa Cruz está sob a liderança do presbítero Felipe Velasco que tem feito um importante trabalho na região. Felipe lidera um grupo de evangelismo de sua igreja e a vários anos tem levado a mensagem de salvação nos hospitais e principalmente no mercado Mutualista de Santa Cruz de la Sierra

Abaixo eu vou deixar um vídeo de nossa viagem da fronteira a Santa Cruz de la Sierra neste mês de maio de 2021. Não esqueça de se inscrever no canal

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Alvos e estratégias para o projeto missionário

Quando falamos de um projeto missionário eu quero deixar claro que nosso foco de ensino é voltado a um serviço inter cultural onde o missionário deixa seu ambiente de cultura, é inserido em outra cultura com o alvo de levar Cristo às vidas. Não estamos falando aqui de um serviço evangelístico local que é responsabilidade de toda igreja local.

Se você quiser desenvolver um trabalho missionário neste nível é necessário pensar em um projeto. E um projeto não é apenas um alvo, um objetivo de trabalho, mas é o serviço a desenvolver, o seu foco principal. E se você vai desenvolver um trabalho, pretender entregar sua vida, recurso, seu tempo, é importante saber a vontade do Senhor para fazer tão alto investimento.

Assim, iniciamos com o pensamento com um projeto missionário deve iniciar no coração de Deus, deve ser um projeto de Deus e não do homem. Você como missionário recebe essa revelação e sob os princípios bíblicos investe tudo o que você tem no que te foi confiado.

O Senhor Jesus deixou sua igreja nesta terra com objetivo de levar o pecador a ter um encontro com Cristo, a conhecer Cristo Jesus, sua Mensagem de salvação e este trabalho deve ser desenvolvido em toda terra. Para isso, a liderança deve ter em seu coração o ardor pelas almas, um verdadeiro fogo queimando no coração pelo cumprimento da missão. Quando este fogo deixa de queimar, o fogo deixa de ser, o amor termina, a paixão pelas almas se acaba. E o que fica? Apenas o desejo de se manter um estrutura humana em pé e nada mais.

Podemos dizer que quando a igreja deixa de ser missionária ela deixa de ser igreja? Eu creio que sim. Pois me aponte uma igreja que não é missionária que eu vou te mostrar um monte de gente enlouquecidos por levantar o nome de uma instituição, aceguerados em fazer luzir seus logotipos, o crescimento numérico, o crescimento financeiro, a prosperidade de uma instituição. Desculpe, mas isso me parece uma empresa e não a Igreja de Cristo.

Assim, deve se ter um estratégia. O primeio ponte da estratégia deve partir do missionário que tem uma revelação dAquele que é o Dono da Obra. Deus deve dar essa visão, deve vir do Espírito de Deus e não deve nunca ser apenas um plano humano. E se você é um missionário deve buscar de Deus essa estratégia de trabalho.

Em segundo lugar em missões, ou para um projeto de missões deve-se ter uma estratégia de apoio tanto para manutenção de quem vai como do projeto a ser desenvolvido. E quando falamos de estratégia de manutenção pensamos apenas em uma igreja ou mais apoiando o projeto. Mas além da igreja você poderá envolver associações, agencias de missões e outras associações que poderão se interessar no trabalho que você faz.

Atualmente eu tenho animado os irmãos usarem os meios digitais para que passam ser essa estratégia de apoio ao projeto. No campo o projeto cresce cada dia mais e mais e com o crescimento vem os gastos – os gastos também crescem. Assim, é importante você ter um mecanismo de envolvimento no digital.

Finalizo dizendo que você deve ter uma estratégia de discipular o nativo. Jesus não apenas nos enviou a pregar, mas nos enviou a fazer discípulo. E qual o motivo? O motivo é que a visão que ele te deu não pode morrer com você. Se Jesus não voltar você irá morrer e a visão que ELE te deu é maior que você. O apóstolo Paulo recebeu de Deus uma visão e quando ele morreu a visão foi passado a outros, depois a outros e o trabalho não parou.

Eu vou deixar logo abaixo um vídeo onde eu falo sobre o discipulado no campo de missões. Logo depois vou colocar o link com uma série de vídeos sobre o assunto. Se você pretende ir ao campo e se preparar para o desenvolvimento de uma estratégia que leve o projeto a perdurar assista este vídeo (e assista os demais também que é muito importante

CLIQUE AQUI para assistir os demais vídeos sobre este assunto

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Meu desejo é que você cresça no conhecendo de missões e que o Senhor Jesus te abençoe cada dia mais e mais no serviço que ELE mesmo tem te dado

A obra missionária e o compromisso da igreja

Existe uma tarefa que ainda não terminou que é alcançar os perdidos para Cristo. A obra missionária é um dos maiores desafios do povo de Deus no cumprimento da ordem do Mestre.

Infelizmente não é dada prioridade a um serviço que deveria ser prioritário. A igreja tem o comprimisso com o Senhor de levar adiante o alcance dos perdidos. Jesus enviou a igreja às nações para alcançar os pecadores e esta ordem deveria ser prioridade da igreja, pois um dia ela será cobrada.

E quando falamos em prioridade observamos nas ações das pessoas, no investimento dado, na atenção direcionada e não tanto no que é dito. É triste, mas eu tenho que dizer que falar é muito fácil. Assim, olhe para as ações, para a quantidade de oferta enviadas, para a atenção empregada e não tanto para o que estão falando.

O serviço de missões nasceu no coração de Deus, pois ELE tinha apenas um Filho e enviou (missões). Deus investiu o seu único, o melhor, Aquele que está acima de tudo e qualquer criatura no universo criado. Deus deu o seu Filho, o seu melhor, ELE priorizou missões. E nós, como estamos tratando o serviço que vem do coração de Deus?

Os apóstolos se doaram, a igreja primitiva enviou os melhores obreiros, a melhor oferta era invertida em missões. Enquanto havia amor verdadeiro, genuíno pela Obra de Deus havia dedicação ao serviço que Deus ama.

Observamos no caminhar da igreja o diminuir do amor pelo seu Mestre, pelo Criador, pela Obra que Deus ama e a prioridade muda. A igreja passou a se preocupar em atrair pessoas e nesta preocupação surge as imagens, as figuras imaginárias dos apóstolos, a adoração da cruz, a capela de São Pedro, São Marcos, São Paulo. O foco não era as almas, os pecadores, o ir para alcançar as vidas, mas trazer os que não queriam mais vir para manter uma estrutura criada pelo homem.

Quando a igreja perde o foco de missões ela erra o seu alvo. O amor pelos perdido, o desejo de alcace, por avançar em terrenos não alcançados, por levar o evangelho aos que não ouviram falar de Cristo, por iniciar uma congregação em lugares ainda não atendidos, quando tudo isso termina nós nos deparamos com um grupo faminto por atrair adéptos, por uma instituição preocupada apenas em manter seu membros sem mais a presença do Espírito

Editei um vlog em nossa Base de Apoio em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, em junho de 2020 durante o período de pandemia. Eu falo sobre a Obra Missionária abençoada. E se você deseja fazer missões ou envolver sua igreja em missões te animo a assitir este vídeo.

O que faz o obreiro na Obra Missionária?

O que faz um missionário na Obra Missionário? Sabemos de muitos que vão ao campo missionário para apoiar missionários que estão no campo, mas o que fazem todo o tempo que estão no campo esses missionários?

É importante lembrar que a obra missionária pode ser desenvolvida no Brasil, na África, em Israel, no Japão ou em qualquer outro lugar em que o missionário estiver presente o propósito principal deve ser o levar o evangelho de salvação às vidas. Ou seja, no campo missionário o missionário deve, primeiro, desenvolver um projeto e, em segundo lugar, este projeto deve ter o foco de levar o evangelho às vidas.

Existem projetos que estão sendo desenvolvidos no campo missionário, mas o foco não é levar o evangelho. Esses projetos são projetos sociais, humanitários, mas não projetos missionários, projetos evangelísticos.

Tempos atrás muito se falava da Chamada da Meia Noite como o momento que anteceda a vinda de Cristo e a necessidade de colocar maior foco no alcance de novos campo de missões. Infelizmente hoje já não se fala tanto, mas estamos vivendo momentos que antecedem a volta de Cristo e o campo missionário precisa de obreiros que levam a mensagem de salvação, que prega a Palavra de Deus, que leve Cristo às nações. Que o Senhor Jesus levante obreiros para sua Obra e que a Palavra chegue os povos dando oportunidade de salvação.